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Governo oficializa Saero

Com a proposta de implementar políticas públicas com foco na eliminação dos pontos frágeis para a melhoria da educação, o governo do Estado lançou oficialmente nesta terça-feira (16), através da Secretaria da Educação (Seduc), o Sistema de Avaliação Educacional de Rondônia (Saero), primeiro item das sete metas estabelecidas em 2011 pelo governador Confúcio Moura, conforme lembrou a gerente de Avaliação e Estatística da Seduc, Maria da Conceição Silva Pinheiro.

O evento, realizado no auditório da Escola Estadual Major Guapindaia, em Porto Velho, contou com a presença de várias autoridades, entre elas o governador Confúcio Moura, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), José Gomes de Melo; alunos e educadores, que ao final participaram de uma palestra ministrada pela professora-doutora, Lina Kátia Mesquita de Oliveira, coordenadora da unidade de avaliação do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF-MG), que auxiliará a equipe de Rondônia, por meio de convênio de cooperação técnico-financeira.

Conforme o governador, o Saero consiste em uma espécie de Ideb [Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico], que pontuará as fragilidades da educação a nível estadual, como disparidade da idade e série entre os alunos, causas da evasão, escolas com menos desempenho, entre outros, para que sejam criadas ações estratégicas com vistas ao nivelamento.

A primeira avaliação está marcada para o dia 7 de novembro, nos três turnos, em todas as escolas da rede estadual que oferecem o 2º, 5º, 6º e 9º anos do Ensino Fundamental; e do 1° ao 3º anos do Ensino Médio. Ao todo serão avaliados pelo menos 123 mil alunos dessas séries, em três anos consecutivos. “O Sistema vai avaliar cada escola para traçar comparações e atuar nos pontos frágeis, pois não adianta investir sem ver o desempenho dos alunos, principalmente em disciplinas, como português e matemática. A princípio já sabemos que nem sempre é a bela estrutura física que motiva a aprendizagem. É o professor que faz a diferença”, afirmou Confúcio Moura, citando como exemplo a Escola Bom Jesus, na Capital, que apesar de funcionar em instalações improvisadas obteve a pontuação de 5,6 no Ideb divulgado este ano. “Nosso objetivo é ter a melhor educação da Amazônia”, completou.

Ao parabenizar o governo por mais esta iniciativa que vislumbra a melhoria do ensino na rede pública, o conselheiro José Gomes afirmou que se trata de importante ferramenta que permitirá aos pais e também ao TCE acompanhar o desempenho dos alunos e a correta aplicação dos recursos públicos. Ele lembrou também que até 1960 pelo menos 60% dos universitários brasileiros eram oriundos do ensino público.

Ao ressaltar a importância do Saero como indicador de qualidade da educação, de instrumento norteador e de monitoramento das políticas públicas da educação em todo o Estado, a secretária da Educação, Isabel Luz, mencionou outros projetos em desenvolvimento, como o da Escola Integral e o Ensino Médio Inovador. A iniciativa do governador também foi elogiada pelo deputado estadual, Euclides Maciel, que ainda anunciou emenda de R$ 100 mil para ser liberada em 2013 pelo governo para a Orquestra da Escola Estadual Daniel Neri, que intercalou a solenidade com a execução do Hino Céus de Rondônia e outras canções, sob o comando do maestro Eliéser.

De acordo com a professora Lina Kátia, o CAEd/UFJF é referência nacional, com atuação em 21 Estados. Só em 2011, segundo ela, foram avaliados 16 milhões de alunos, entre eles os do Ceará, Estado que em 2007 tinha 26% de alfabetizados e hoje conta com 78%.

Fonte: Secretaria de Educação de Rondônia


Educadora encontra forma lúdica de aproximar os alunos do Programa de Avaliação da Alfabetização

O boneco Proalfinha leva a importância da avaliação às escolas estaduais do município de Mutum.
Criado para medir e identificar as habilidades em relação à leitura, escrita, interpretação e síntese dos alunos do 3º ano do ensino fundamental, o Programa de Avaliação de Alfabetização (Proalfa), realiza durante esta semana a aplicação de provas para 400 mil estudantes em 851 municípios.

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Escola Estadual Euzébio Cabral de Governador Valadares se preparou nos últimos dois meses para o Proalfa. Foto: Arquivo escola


E foi pensando em uma forma de mobilizar e sensibilizar os alunos do 2º ao 4º ano do Ensino Fundamental, que também participam da avaliação de forma amostral, sobre a importância, a origem ou a razão da avaliação que a analista educacional, Fátima Gonçalves de Souza Costa, da Superintendência Regional de Ensino de Manhuaçu criou o boneco batizado de Proalfinha.  Ele é utilizado como mascote nas escolas do município de Mutum, no Vale do Rio Doce.

“Durante a visita às escolas, chego com a minha companhia de trabalho, o Proalfinha, que gosta de ficar dentro da sacola. Daí convido o mascote para dar um olá à turma. Logo, o diálogo se inicia. A criança nesta idade tem um poder de imaginação muito grande. Mesmo que ele seja apenas um fantoche,  as crianças dão vida ao personagem. Acreditam na sua existência e passam a interagir, fazer perguntas”, contou a analista que há 25 anos trabalha como educadora, e há sete na rede estadual de ensino.

Com um mês de vida, o Proalfinha que já visitou aproximadamente 360 alunos na cidade de Mutum, divisa com o estado do Espírito Santo, veio, segundo a analista educacional para explicar de uma forma lúdica a razão da prova. “O boneco, e o tom descontraído da abordagem, quebra a formalidade e o peso que a expressão ‘avaliação’ por si só traz para a criança. O Proalfinha vem para contar que a avaliação não é bicho papão. Explicamos que a avaliação é ampla, e que só irão responder aquilo que aprenderam”.

E os resultados são interessantes, conforme explicou Fátima. “É curioso as conclusões e desdobramentos que criam a partir desta conversa com o mascote. Certa vez perguntaram se o Proalfinha tinha pai. E ele respondeu: – tenho sim! É o Simave, Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública. E, logo em seguida, emendaram: – e a mãe do Proalfinha? É a dona provinha. O Programa de Avaliação da Educação Básica é o irmão mais velho…  E assim, destas correlações espontâneas, usando do elemento fantasioso que as crianças  vão entendendo todo o processo, a cadeia da avaliação”, explicou a criadora do boneco, que já está repercutindo na região. Professores e alunos das cidades adjacentes já procuraram a analista.

O Proalfinha, segundo ela, prima por tranquilizar o aluno, e conscientizá-lo que, em suma, a prova é um termômetro daquilo que aprenderam na escola, e que o Proalfa quer saber o que sabem, além de reforçar que a escola é o espaço para errar e aprender.

Questionada sobre o formato triangular do mascote, Fátima explicou que seu semblante faz alusão aos três anos que o Proalfa contempla. “Alguns alunos já fizeram correlação com a bandeira de Minas Gerais. E isso é legal. Aguçar a imaginação e aceitação deles”.

A analista pretende também entregar um Lápis com uma ponteira do Proalfinha, nas 13 escolas da rede estadual localizada no município de Mutum, como extensão da interação.

A importância do Proalfa estampada em escola de Governador Valadares

Em Governador Valadares, a Escola Estadual Euzébio Cabral desde agosto vem se preparando para o Proalfa. Segundo a diretora da escola, Elizeth Vial Neves, desde o lançamento do Projeto de Intervenção Pedagógica (PIP), em agosto, os 110 alunos pertencentes ao 3º ano do Ensino Fundamental, vem participando de atividades de conscientização sobre a prova. “Explicamos que o Proalfa só vem para somar, e que os resultados extraídos da avaliação influem na aprendizagem deles. Explicamos em uma linguagem mais simples, do que a prova se consiste e o porquê dela. Expomos os dados do último Proalfa nos corredores da escola, e chamamos a família para fazer intervenções. Além de ajudarem, os pais foram sensibilizados para ajudar os filhos nas competências que ainda não tinham avançado. E este trabalho de incentivo sobre a prova tem dado resultados. Os alunos vieram fazer a prova com mais tranqüilidade e conforto”.

Segundo Elizeth seus alunos já tem o Proalfa na ponta da língua e a expectativa é “batermos a meta do ano passado, quando todos os nossos alunos alcançaram o nível recomendado de proficiência”. A escola que só oferece os anos iniciais do Ensino Fundamental já se prepara para o Programa de Avaliação de educação Básica (Proeb), no final do ano. “Quando falamos da avaliação, aluno acha que vai ser punido, e explicamos que é bom para escola. Explicamos  que é um teste de habilidade que demonstra o sucesso ou não de políticas pedagógicas”, concluiu.

Programa de Avaliação de Alfabetização

O caderno de provas do Proalfa é composto por 39 questões e os estudantes têm cerca de duas horas para fazer a avaliação.  Os itens que compõem os testes do Proalfa são elaborados por especialista em alfabetização do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para elaboração dos itens do Proalfa, eles utilizam como referência a matriz curricular dos anos avaliados.

Os cadernos que são pré-testados e validados são enviados para as 47 Superintendências Regionais de Ensino, que são as responsáveis pela distribuição dos testes para as escolas. Para este ano, foram impressas, aproximadamente, 500 mil provas.

Após a realização da prova, os testes devem ser enviados às Superintendências, que são responsáveis por conferir e armazenar o material até que a empresa contratada pela SEE o recolha.

Resultados

A última edição do teste, realizada em 2011, mostrou que 88,9% dos estudantes desse ano de escolaridade estão no nível recomendável, ou seja, sabem ler e interpretar textos até os oito anos. De forma amostral, os anos dos 2º e 4º anos também fazem as provas.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 26 set 2012 | Tags: ,
Categoria: Notícias |

Saego: apoio às escolas consideradas vulneráveis

Com nível de detalhamento do Idego é possível reorientar formações, metodologias e currículos

As médias de proficiência dos alunos das escolas estaduais nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, obtidas pela Secretaria de Estado da Educação pelo seu Sistema de Avaliação da Educação do Estado de Goiás (Saego), são um instrumento precioso para a gestão da educação na rede pública de ensino. O nível de detalhamento da avaliação, que serviu para o cálculo do primeiro Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana (Idego), permite saber anualmente quantos e quais os estudantes que se encontram em cada padrão da escala de proficiência nas duas disciplinas, o que possibilita intervenções pontuais em cada sala de aula para a redução das desigualdades educacionais entre as escolas. Ou seja, pela primeira vez, na rede estadual, está sendo possível conhecer o que cada estudante aprendeu ou deixou de aprender dentro da sala de aula.

Essas médias, de 5,5 para os anos iniciais do Ensino Fundamental, de 4,0 nos anos finais e de 3,5 no Ensino Médio, foram calculadas com base na Prova Goiás (que é um dos componentes do Saego), aplicada no ano passado.

Em cada Subsecretaria Regional de Educação, os diretores de Núcleos Pedagógicos, os coordenadores pedagógicos das escolas, os tutores e os gestores escolares receberam capacitação para utilizarem os resultados e reorientar as ações pedagógicas nas unidades educacionais. Todas as escolas já têm os cadernos com as notas dos seus alunos e as utilizam exclusivamente para fins pedagógicos. Em diferentes encontros, realizados em Goiânia e nas subsecretarias regionais, os analistas e especialistas do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), parceira da Secretaria da Educação na aplicação e análise do Saego, apresentaram à equipe pedagógica os caminhos para o uso dos resultados da Prova Goiás.

Para o professor, a análise detalhada da situação da turma de alunos dá oportunidade para que ele reveja metodologias e conteúdos, se aperfeiçoe e dê atenção especial aos estudantes com mais dificuldades, o encaminhe para reforço ou atendimento no contraturno escolar. Para a Secretaria da Educação, os dados ajudam a definir e a organizar melhor as políticas para o atendimento pedagógico, de acordo com a necessidade de cada escola e de cada subsecretaria regional.

Direcionamento de ações
A partir das notas do Idego, a Secretaria de Educação pode, por exemplo, direcionar o programa de formação continuada dos professores, com cursos que atendam as necessidades e particularidades da rede, como o curso “Faces da Geometria”, para professores de Matemática, que está sendo realizado para todas as regionais; a revisão de conteúdos; a produção de material didático pedagógico; a correção de fluxo; e a reformulação de currículos em todas as etapas do ensino. Tudo isso visando reduzir as desigualdades dentro das escolas da rede estadual. Detectar e dar suporte diferenciado às escolas em situação vulnerável é uma estratégia que é adotada em Goiás. Por isso os mecanismos de avaliação são bem-vindos.

Ao mesmo tempo em que adota medidas de apoio à aprendizagem, como o Programa de Apoio e Suporte Pedagógico (Pasp) e o da Formação – Mediação Inovadora, a Secretaria da Educação também estimula o aprendizado entre aqueles que estão mais avançados, tornando o ensino mais atrativo, com aulas mais dinâmicas e metodologias diferenciadas.

Fonte: Secretaria da Educação do Estado de Goiás


Criado em: 25 set 2012 | Tags: ,
Categoria: Notícias |

Estudantes do ensino fundamental fazem provas do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa)

Mais de 400 mil alunos de escolas estaduais e municipais do Estado fazem o teste.

Durante essa semana, mais de 400 mil estudantes do ensino fundamental fazem as provas do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa), avaliação desenvolvida pelo Governo de Minas. Além dos estudantes da rede estadual de ensino, fazem a avaliação alunos das redes municipais de 851 municípios mineiros.

O Proalfa é uma avaliação feita com todos os estudantes do 3º ano do ensino fundamental — fim do ciclo de alfabetização — e identifica os níveis de aprendizagem em relação à leitura, escrita, interpretação e síntese dos alunos. A última edição do teste, realizada em 2011, mostrou que 88,9% dos estudantes desse ano de escolaridade estão no nível recomendável, ou seja, sabem ler e interpretar textos até os oito anos. De forma amostral, os anos dos 2º e 4º anos também fazem as provas.

A superintendente de Avaliação Educacional, Maria Inês Barroso Simões, destaca a importância de um ambiente tranquilo para a aplicação das provas. “O diretor, como coordenador do processo, deve propiciar um clima favorável para que os alunos possam fazer o teste com calma para que o resultado esteja o mais próximo possível da realidade da escola”.

O caderno de provas do Proalfa é composto por 30 questões e os estudantes têm cerca de duas horas para fazer a avaliação.  Os itens que compõem os testes do Proalfa são elaborados por especialista em alfabetização do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para elaboração dos itens do Proalfa, eles utilizam como referência a matriz curricular dos anos avaliados. Após a elaboração, os itens são pré-testados e validados. Aqueles adequados são selecionados para compor o teste do Proalfa.

Distribuição dos cadernos de prova

Os cadernos foram impressos dois meses antes da aplicação das provas e foram enviados para as 47 Superintendências Regionais de Ensino, que são as responsáveis pela distribuição dos testes para as escolas. As instituições são orientadas a guardar o material em local seguro, com acesso restrito ao diretor ou à pessoa por ele autorizada. Para este ano, foram impressas, aproximadamente, 500 mil provas.

Os pacotes de testes são distribuídos lacrados e só podem ser abertos dentro da sala de aula, no momento da aplicação. Após a realização da prova, o professor deve lacrar o pacote novamente, ainda dentro da sala e entregá-lo ao diretor. Os testes devem ser enviados às Superintendências, que são responsáveis por conferir e armazenar o material até que a empresa contratada pela SEE o recolha.

Capacitação dos educadores

Para que a aplicação dos testes aconteça da melhor maneira possível, servidores da Superintendência de Avaliação Educacional, da Secretaria de Estado de Educação, capacitaram técnicos das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs). Esses técnicos foram os responsáveis por capacitar os diretores das escolas de sua jurisdição.

Durante a capacitação, os diretores de escolas tiveram contato com o manual de orientações do Proalfa, documento que traz todas as orientações para aplicação do teste. “É importante que o diretor, como coordenador do processo de aplicação em sua escola siga o manual para padronizar a aplicação do Proalfa”, ressalta a Superintendente de Avaliação Educacional, Maria Inês Barroso Simões.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 25 set 2012 | Tags: ,
Categoria: Notícias |

Divulgado Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana

A Secretaria da Educação (Seduc) divulga o primeiro Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana, obtido a partir dos resultados da Prova Goiás, aplicada em novembro do ano passado. O índice, proposto no plano de reforma educacional, o Pacto pela Educação, permite ao Governo de Goiás ter, anualmente, a radiografia do ensino e do aprendizado nas escolas da rede estadual para definir com mais agilidade as intervenções pedagógicas necessárias à melhoria da educação.

Nos anos iniciais (1º ao 5º) do Ensino Fundamental, as escolas da rede estadual alcançaram o índice 5,5, enquanto nos anos finais (6º ao 9º) o índice das escolas atingiu nota 4. No Ensino Médio, as escolas alcançaram o índice 3,5.

O índice é um dos componentes do Sistema de Avaliação do Estado de Goiás (Saego), criado pela atual gestão, e que engloba também a Prova Goiás, aplicada em toda a rede estadual para avaliar o desempenho dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática. As provas são aplicadas para os alunos das séries finais das três etapas da educação básica.

As provas do Saego (Prova Goiás), que originam os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Goiana, realizadas pela Secretaria da Educação em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), foram aplicadas em novembro de 2011 e feitas especificamente para a avaliação das escolas goianas.

Com este sistema próprio de avaliação, a Seduc poderá identificar potencialidades e limitações para redefinir ações e estratégias de apoio a situações de maior vulnerabilidade. O Saego também representa um importante instrumento para mensurar a eficácia das políticas públicas formuladas para a rede pública estadual, pois fornece uma espécie de “raio X” do desempenho do aluno, enquanto outros indicadores, como o Ideb, divulga os resultados das escolas. Outro ponto positivo do Saego, em comparação com o próprio Ideb, é que esse sistema de avaliação da Seduc é anual, ou seja, divulgado num espaço menor de tempo, permite, com mais agilidade, o redirecionamento de esforços e a adoção de novas iniciativas para melhorar o sistema educacional.

O Idego possibilitará ao Governo de Goiás, a partir de agora, definir novas metas para as escolas estaduais com base no índice alcançado em 2011. Essas metas poderão, inclusive, ser revisadas ano a ano, o que não era possível ser feito só com os índices nacionais calculados pelo Governo Federal. “Hoje, por meio do Saego, uma escola da rede pública estadual sabe qual o desempenho de cada aluno. Isto permite que ela reveja ações e estratégias e foque em quem não está muito bem e, ao mesmo tempo, continue incentivando aqueles que estão se destacando. O Saego também possibilita a implementação de programas específicos que melhorem ainda mais o processo de ensino e aprendizagem”, afirma o chefe do Núcleo de Orientação Pedagógica da Seduc, professor Raph Gomes Alves.

Fonte: dm.com.br


Criado em: 24 set 2012 | Tags: , ,
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RS: novo sistema de avaliação de escolas será lançado amanhã

A Secretaria Estadual de Educação do Rio Grande do Sul vai lançar na terça-feira um novo modelo de avaliação escolar. Escolas estaduais, Coordenadorias Regionais de Educação e a sede da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) passarão a ser avaliadas institucionalmente pelo Sistema Estadual de Avaliação Participativa (Seap) da Educação. As instituições serão analisadas por todos os membros que as compõem – alunos, professores, equipes diretivas, pais e responsáveis, servidores, gestores.

Segundo o secretário da Educação, José Clóvis de Azevedo, a ideia é utilizar o sistema para construir um diagnóstico que “permita compreender e decifrar aquilo que está além do que o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) tem mostrado sobre a realidade do Estado”.

O Seap está dividido em seis dimensões: gestão institucional; espaço físico; organização e ambiente de trabalho; condições de acesso, permanência e sucesso da escola; formação dos profissionais da educação e práticas pedagógicas e de avaliação e cinquenta indicadores com seus respectivos descritores. As dimensões geram 50 indicadores cada, e estes têm cinco descritores – da situação ideal, valor 5, à situação precária, valor 1 – num total de 250 descritores.

Composto por seis cadernos orientadores (três dirigidos às instituições – escolas, CREs e órgão central – e três relacionados com a política de recursos humanos – avaliação de docentes, professores e especialistas, diretores e vice-diretores de escolas), o SEAP se divide em três pilares: diagnóstico e análise institucional (escolas, CREs e Órgão Central) e análise de indivíduos.

Em relação aos profissionais da Educação, o Seap é composto por três cadernos, docentes, professores e especialistas e diretores e vice-diretores. São 20 indicadores, com cinco descritores cada. O novo sistema altera o Decreto 34.823/93, no que se refere à promoção de professores e especialistas em educação por merecimento, cuja pontuação passa a ter centralidade na formação inicial e continuada (o sistema em vigência confere à formação 13,47% da pontuação; este índice, pela nova proposta, passa para 64,86%). O percurso individual contará com 20 indicadores, com cinco descritores cada, totalizando 100 descritores.

Fonte: Terra


Criado em: 24 set 2012 | Tags:
Categoria: Notícias |

O bom debate para avançar na educação brasileira

A recente divulgação pelo Ministério da Educação do Ideb 2011 trouxe informações relevantes e necessárias para que o Brasil continue a avançar como uma nação que prioriza o desenvolvimento social, econômico e ambiental. Tão importante quanto os resultados apresentados é a constatação de que a sociedade brasileira está incorporando as discussões sobre a qualidade da educação em sua rotina. É um Brasil que se transforma graças a contribuições de diferentes governos. Para citar alguns mais recentes, importantes ações na área da educação foram tomadas durante os governos Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula e agora pela Presidenta Dilma. Não fossem tais contribuições dificilmente poderíamos estar hoje discutindo os avanços e os desafios da educação básica em nosso País.

E é exatamente por estarmos em um momento decisivo de nossa história, considerando, entre outras coisas, a janela demográfica que vivemos, que não podemos perder a oportunidade de realizar o bom debate sobre a educação brasileira sem cair na armadilha de polêmicas infrutíferas.

Ao apresentar os resultados do Ideb, o ministro da educação Aloizio Mercadante trouxe à tona para discussão, principalmente no que se refere ao ensino médio, algumas questões altamente qualificadas que, se não forem debatidas, podem comprometer os avanços que todos almejamos. Primeiramente o ministro abordou a necessidade de discutirmos o currículo do ensino médio, solicitando estudos sobre a viabilidade de migrarmos do atual projeto enciclopédico que hoje prevalece para um currículo, que considere áreas do conhecimento, sem prejuízos de disciplinas específicas que, evidentemente, estariam contidas nas grandes áreas considerando as suas inter-relações. Solicitou ainda que fossem analisadas questões como oferecimento do ensino médio no turno diurno versus noturno e sua orientação única e acadêmica. Para tal o MEC instituiu uma comissão que envolve especialistas em avaliação, os secretários estaduais e municipais de educação, bem como a Secretária de Educação Básica e o Inep.

Outra questão abordada pelo ministro foi a necessidade de um estudo para se verificar a efetividade do Saeb, que é aplicado de forma amostral para alunos do 3o ano do ensino médio, como métrica para avaliar e permitir a construção de políticas de melhorias nessa fase de ensino. A discussão é necessária e útil, afinal, no passado foi tomada a decisão de transformar a Prova Brasil aplicada no 5o e 9o anos do ensino fundamental de amostral para censitária com o objetivo, entre outros, de se ter um maior envolvimento e comprometimento das escolas, da família e da sociedade com os resultados. Parece não haver dúvidas que tal decisão foi acertada e que a mesma mobilização é hoje necessária para o ensino médio.

Ao propor o estudo da mudança de uma aplicação amostral para censitária, o ministro aponta as vantagens de tal mudança sem desconhecer que todas as aplicações amostrais foram feitas dentro da mais correta técnica científica e que, portanto todos os seus resultados são validados e relevantes. No entanto, na discussão de migração para uma avaliação censitária para o ensino médio, surge outra questão importante e que necessita ser debatida: é apropriado substituir no cálculo do Ideb a métrica do Saeb pelo Enem?

No meu entendimento, estudos sobre a introdução da métrica do Enem para o cálculo do Ideb do ensino médio podem se constituir em uma ótima oportunidade de tornar os mecanismos internos da régua da educação brasileiros mais conhecidos e mais apropriados. Eis alguns aspectos que tal debate introduz: como será tratado o problema da ausência de alunos matriculados no ensino médio, que ocorrem tanto no Saeb como no Enem? Como garantir a coerência da nova metodologia de cálculo com a importante série histórica que o Brasil hoje possui? Como considerar as notas das quatro áreas consideradas no Enem, lembrando que no Saeb são avaliadas somente duas áreas, Português e Matemática? A nota da redação deve ser incluída? Tais estudos demandam uma revisão ou introdução da interpretação pedagógica dos escores do Enem.

Fonte: INEP


Criado em: 13 set 2012 | Tags: , , , ,
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Resultados do Sistema de Avaliação da Bahia são apresentados

Técnicos das Diretorias Regionais de Educação (Direc) da Bahia estão reunidos até sexta-feira (6/07), em Salvador, para conhecer e discutir os resultados do Sistema de Avaliação Baiano (Sabe), uma ferramenta de monitoramento da qualidade da educação nas escolas da rede estadual. A perspectiva da Secretaria da Educação é que os 130 profissionais participantes do encontro funcionem como multiplicadores das informações nas unidades escolares e comunidades.

A programação inclui oficinas de divulgação e apropriação de resultados da edição 2011 do Avalie Ensino Médio e Avalie Alfa, projetos que constituem o Sabe, e que avaliam, respectivamente, o rendimento dos estudantes das escolas de ensino médio e os níveis de alfabetização das crianças.

As atividades são oferecidas pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), cujo trabalho com as avaliações externas em larga escala é referência nacional.

O técnico da Coordenação de Avaliação da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, Rogério Fonseca, ressalta que esta estratégia de divulgação dos resultados do Avalie Ensino Médio e Avalie Alfa “conscientiza e direciona para uma utilização mais apropriada da avaliação e permite tomar decisões mais assertivas. O objetivo é oferecer uma formação continuada sobre a interpretação, a compreensão e o uso dos resultados”.

Rogério Fonseca explica, ainda, que toda avaliação tem uma matriz de referência, composta por descritores de habilidades e competências que trazem um padrão mínimo de aprendizagem. “Se as pessoas aprenderem a ler esses resultados, vão saber quais habilidades foram construídas pelos estudantes de determinada escola e quais ainda precisam ser construídas”, completa.

Intervenções a partir dos resultados - Resultados das quatro áreas do conhecimento estão sendo trabalhados no encontro. As áreas são Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Estes resultados são utilizados no Projeto de Monitoramento, Avaliação e Intervenção Pedagógica (Paip), que abrange 100% das unidades escolares e envolve diretamente toda a estrutura da Secretaria da Educação.

A coordenadora de Educação Básica da Diretoria Regional da Educação de Vitória da Conquista (Direc 20), Shirley Nogueira, afirma que o monitoramento e o acompanhamento da aprendizagem só são possíveis a partir dos resultados das avaliações internas das escolas e das avaliações externas. “São eles que estão nos dando subsídios para construir uma proposta pedagógica e intervir de forma que venha a atender necessidades e superar dificuldades de aprendizagem dos educandos. As perspectivas com o Paip e a utilização consciente dos resultados são as melhores”.

Em 2011, 1090 unidades escolares participaram do Avalie Ensino Médio. A avaliação envolveu, ao todo, 93.081 estudantes da 1ª série do ensino médio e da 2ª série da educação profissional integrada ao ensino médio. Como o estudo é longitudinal e acompanha progresso dos estudantes, estes mesmos alunos serão avaliados em 2012.

Já o Avalie Alfa 2011 envolveu cerca de 300 mil estudantes  do 2º ano do ensino fundamental das escolas públicas estaduais e das escolas municipais de 217 municípios que aderiram ao Pacto com Municípios.

Fonte: Secretaria da Educação do Estado da Bahia


Criado em: 06 jul 2012 | Tags: ,
Categoria: Avaliação Externa, Notícias |

Secretários debatem sistema de avaliação do Pacto com Municípios

Mais de 100 secretários da educação de municípios baianos se reuniram na sexta-feira (27/04) em Salvador para discutir o Avalie Alfa, sistema que avalia o desempenho de estudantes das séries iniciais do ensino fundamental. A avaliação é uma das ações do Pacto com Municípios, parceria da Secretaria da Educação do Estado da Bahia com municípios baianos com o objetivo de garantir a alfabetização de todas as crianças até os oito anos de idade. O evento contou com a participação do secretário da Educação do Estado, Osvaldo Barreto.
Os secretários presentes ressaltaram a importância da iniciativa. A avaliação é fundamental porque fortalece o processo de alfabetização, disse Robélia Aragão da Costa, secretária da Educação de Nova Soure. Segundo ela, o Pacto vem surtindo efeito no município, não somente com as escolas e professores, mas também por parte das famílias.
O secretário Osvaldo Barreto disse que o Avalie Alfa é fundamental para a construção de um sistema de avaliação da Educação no Estado, ressaltando que o Pacto com Municípios permite uma integração dos sistemas de educação dos municípios e do Estado, além de troca de experiências.
Para o secretário Idelvan de Araújo, do município de Esplanada, a avaliação é fundamental porque o trabalho está direcionado para a fase inicial da vida escolar. O governo também se preocupa com esta fase da educação, disse.
Evento – Na ocasião, secretários e técnicos da área educacional contaram com a chance de conhecer mais detalhes do desenvolvimento do sistema de avaliação. Esta socialização é muito importante porque orienta os municípios que aderiram ao projeto. Desta forma, podemos discutir estas políticas públicas de ensino, disse Antônio Marcos Barreto, coordenador geral do Pacto com Municípios.
O Pacto com Municípios é o compromisso número um do Programa Todos pela Escola para melhorar a qualidade da educação na Bahia, cuja meta é garantir a alfabetização das crianças até oito anos de idade. Desde o ano passado, quando foram iniciadas as ações, mais de 280 mil estudantes são contemplados com o projeto em 11.770 escolas públicas de 329 municípios baianos.
Fonte: Secretaria da Educação do Estado da Bahia

Criado em: 04 mai 2012 | Tags:
Categoria: Notícias |