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Dia Nacional da Alfabetização: Quando letras e palavras passam a fazer sentido

Em Minas Gerais,  88,9% dos estudantes da rede estadual matriculados no 3º ano do ensino fundamental leem, escrevem, interpretam e fazem síntese em um nível considerado recomendável

O pequeno Samuel Oliveira Ferraz Porto, de 08 anos, é um apaixonado pelos livros. O gosto pela leitura teve início quando o aluno do 3º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Dom Helvécio, em Ipatinga, deixou de imaginar o conteúdo das histórias que lia e começou a compreender o que estava escrito nas publicações. É pensando em exemplos como o de Samuel que Minas Gerais celebra, com entusiasmo, o ‘Dia Nacional da Alfabetização’, comemorado nesta quarta-feira (14-11).

“Eu fui o primeiro da minha sala que aprendeu a ler e isso foi muito legal. Com a leitura posso aprender melhor as coisas. Quando eu crescer quero ser um cientista para poder fazer muitas experiências e sei que vou precisar estudar muito. A leitura é muito importante pra isso”, conta Samuel.

Para a professora do 3º ano do ensino fundamental, Maria Aparecida de Jesus Honorato, ver uma criança alfabetizada é uma recompensa. “Uma criança alfabetizada é resultado de um trabalho em equipe. Quando o estudante chega ao terceiro ano ele já está lendo um pouco. Nessa fase vamos trabalhar com aluno a fluência. No final do ano, ver ele lendo com fluência, entendendo o que está lendo e criando seus próprios textos é um prêmio para nós professores”, ressalta.

A educadora destaca ainda que o processo de alfabetização deve ser prazeroso. “A leitura deve ser agradável e tem que despertar no aluno o prazer em ler. O aluno precisa compreender a finalidade do texto e não apenas ler por ler. Isso acontece quando o professor incentiva o estudante de forma positiva e utiliza estratégias lúdicas e diferenciadas”, conclui Maria Aparecida de Jesus Honorato.

Segundo a subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica, Raquel Elizabete de Souza Santos, “o aluno alfabetizado é aquele que sabe ler, interpretar e fazer as inferências dentro das competências de uma criança de oito anos”.

Resultados mineiros

De acordo com os últimos resultados do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa), realizado em 2011, 88,9% dos estudantes da rede estadual de Minas Gerais matriculados no 3º ano do ensino fundamental leem, escrevem, interpretam e fazem síntese em um nível considerado recomendável. Esse índice vem crescendo de forma consistente, nos últimos anos e subiu mais de 40% desde a primeira aplicação da Avaliação, em 2006, quando 48,6% dos estudantes estavam no nível recomendável.

No Estado, um dos grandes responsáveis pelo crescimento da alfabetização dos estudantes é o Programa de Intervenção Pedagógica (PIP). A iniciativa foi criada em 2007, e usa os resultados das avaliações para traçar metas de avanço e garantir que toda criança esteja lendo e escrevendo até os oito anos de idade.

O programa é um dos responsáveis pelo bom desempenho dos alunos nos anos iniciais do ensino fundamental. Na última edição do Ideb (Índice da Educação Básica), realizado pelo Ministério da Educação (MEC), Minas Gerais ficou em primeiro lugar entre as redes estaduais, atingindo média 6 (índice dos países da OCDE). Em 2012, foi estendido aos anos finais do ensino fundamental.

Em Minas Gerais, 41,5% das escolas que oferecem os anos iniciais de ensino fundamental alcançaram Ideb maior ou igual a 6; 94% alcançaram Ideb maior ou igual à meta do Brasil para 2011 que é de 4,7; 76,6% possuem índice maior que a meta para o Sudeste, rede estadual, em 2011 (5,3); e 56,9% alcançaram Ideb maior que a meta estabelecida para a rede estadual de Minas Gerais em 2011 (5,7).

Programa de Avaliação da Alfabetização

O Proalfa é um importante instrumento de avaliação para o Estado e para os municípios. O exame que tem por objetivo avaliar a capacidade de leitura, escrita, interpretação e síntese dos estudantes ao fim do ciclo de alfabetização acontece anualmente. O Proalfa é, portanto, direcionado a todos os estudantes da rede pública do 3º ano do ensino fundamental e de maneira amostral aos estudantes do 2º e 4º anos do ensino fundamental.

O Proalfa é aplicado não só nas escolas da rede estadual, mas também nas escolas municipais de Minas Gerais. No total, cerca de 400 mil estudantes fazem as provas todos os anos e o índice de participação no Estado nas últimas edições ultrapassou os 90%.

As provas são desenvolvidas e corrigidas pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Aplicados nas próprias escolas, os testes são distribuídas para as 47 SREs que, por sua vez, repassam às escolas. Ao fim da aplicação, as provas retornam para Juiz de Fora, onde são corrigidas.

Dia Nacional da Alfabetização

O Dia Nacional da Alfabetização foi instituído em 1966,  pelo decreto nº 59.452 de novembro de 1966.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 16 nov 2012 | Tags: ,
Categoria: Notícias |

Educadora encontra forma lúdica de aproximar os alunos do Programa de Avaliação da Alfabetização

O boneco Proalfinha leva a importância da avaliação às escolas estaduais do município de Mutum.
Criado para medir e identificar as habilidades em relação à leitura, escrita, interpretação e síntese dos alunos do 3º ano do ensino fundamental, o Programa de Avaliação de Alfabetização (Proalfa), realiza durante esta semana a aplicação de provas para 400 mil estudantes em 851 municípios.

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Escola Estadual Euzébio Cabral de Governador Valadares se preparou nos últimos dois meses para o Proalfa. Foto: Arquivo escola


E foi pensando em uma forma de mobilizar e sensibilizar os alunos do 2º ao 4º ano do Ensino Fundamental, que também participam da avaliação de forma amostral, sobre a importância, a origem ou a razão da avaliação que a analista educacional, Fátima Gonçalves de Souza Costa, da Superintendência Regional de Ensino de Manhuaçu criou o boneco batizado de Proalfinha.  Ele é utilizado como mascote nas escolas do município de Mutum, no Vale do Rio Doce.

“Durante a visita às escolas, chego com a minha companhia de trabalho, o Proalfinha, que gosta de ficar dentro da sacola. Daí convido o mascote para dar um olá à turma. Logo, o diálogo se inicia. A criança nesta idade tem um poder de imaginação muito grande. Mesmo que ele seja apenas um fantoche,  as crianças dão vida ao personagem. Acreditam na sua existência e passam a interagir, fazer perguntas”, contou a analista que há 25 anos trabalha como educadora, e há sete na rede estadual de ensino.

Com um mês de vida, o Proalfinha que já visitou aproximadamente 360 alunos na cidade de Mutum, divisa com o estado do Espírito Santo, veio, segundo a analista educacional para explicar de uma forma lúdica a razão da prova. “O boneco, e o tom descontraído da abordagem, quebra a formalidade e o peso que a expressão ‘avaliação’ por si só traz para a criança. O Proalfinha vem para contar que a avaliação não é bicho papão. Explicamos que a avaliação é ampla, e que só irão responder aquilo que aprenderam”.

E os resultados são interessantes, conforme explicou Fátima. “É curioso as conclusões e desdobramentos que criam a partir desta conversa com o mascote. Certa vez perguntaram se o Proalfinha tinha pai. E ele respondeu: – tenho sim! É o Simave, Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública. E, logo em seguida, emendaram: – e a mãe do Proalfinha? É a dona provinha. O Programa de Avaliação da Educação Básica é o irmão mais velho…  E assim, destas correlações espontâneas, usando do elemento fantasioso que as crianças  vão entendendo todo o processo, a cadeia da avaliação”, explicou a criadora do boneco, que já está repercutindo na região. Professores e alunos das cidades adjacentes já procuraram a analista.

O Proalfinha, segundo ela, prima por tranquilizar o aluno, e conscientizá-lo que, em suma, a prova é um termômetro daquilo que aprenderam na escola, e que o Proalfa quer saber o que sabem, além de reforçar que a escola é o espaço para errar e aprender.

Questionada sobre o formato triangular do mascote, Fátima explicou que seu semblante faz alusão aos três anos que o Proalfa contempla. “Alguns alunos já fizeram correlação com a bandeira de Minas Gerais. E isso é legal. Aguçar a imaginação e aceitação deles”.

A analista pretende também entregar um Lápis com uma ponteira do Proalfinha, nas 13 escolas da rede estadual localizada no município de Mutum, como extensão da interação.

A importância do Proalfa estampada em escola de Governador Valadares

Em Governador Valadares, a Escola Estadual Euzébio Cabral desde agosto vem se preparando para o Proalfa. Segundo a diretora da escola, Elizeth Vial Neves, desde o lançamento do Projeto de Intervenção Pedagógica (PIP), em agosto, os 110 alunos pertencentes ao 3º ano do Ensino Fundamental, vem participando de atividades de conscientização sobre a prova. “Explicamos que o Proalfa só vem para somar, e que os resultados extraídos da avaliação influem na aprendizagem deles. Explicamos em uma linguagem mais simples, do que a prova se consiste e o porquê dela. Expomos os dados do último Proalfa nos corredores da escola, e chamamos a família para fazer intervenções. Além de ajudarem, os pais foram sensibilizados para ajudar os filhos nas competências que ainda não tinham avançado. E este trabalho de incentivo sobre a prova tem dado resultados. Os alunos vieram fazer a prova com mais tranqüilidade e conforto”.

Segundo Elizeth seus alunos já tem o Proalfa na ponta da língua e a expectativa é “batermos a meta do ano passado, quando todos os nossos alunos alcançaram o nível recomendado de proficiência”. A escola que só oferece os anos iniciais do Ensino Fundamental já se prepara para o Programa de Avaliação de educação Básica (Proeb), no final do ano. “Quando falamos da avaliação, aluno acha que vai ser punido, e explicamos que é bom para escola. Explicamos  que é um teste de habilidade que demonstra o sucesso ou não de políticas pedagógicas”, concluiu.

Programa de Avaliação de Alfabetização

O caderno de provas do Proalfa é composto por 39 questões e os estudantes têm cerca de duas horas para fazer a avaliação.  Os itens que compõem os testes do Proalfa são elaborados por especialista em alfabetização do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para elaboração dos itens do Proalfa, eles utilizam como referência a matriz curricular dos anos avaliados.

Os cadernos que são pré-testados e validados são enviados para as 47 Superintendências Regionais de Ensino, que são as responsáveis pela distribuição dos testes para as escolas. Para este ano, foram impressas, aproximadamente, 500 mil provas.

Após a realização da prova, os testes devem ser enviados às Superintendências, que são responsáveis por conferir e armazenar o material até que a empresa contratada pela SEE o recolha.

Resultados

A última edição do teste, realizada em 2011, mostrou que 88,9% dos estudantes desse ano de escolaridade estão no nível recomendável, ou seja, sabem ler e interpretar textos até os oito anos. De forma amostral, os anos dos 2º e 4º anos também fazem as provas.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 26 set 2012 | Tags: ,
Categoria: Notícias |

Estudantes do ensino fundamental fazem provas do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa)

Mais de 400 mil alunos de escolas estaduais e municipais do Estado fazem o teste.

Durante essa semana, mais de 400 mil estudantes do ensino fundamental fazem as provas do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa), avaliação desenvolvida pelo Governo de Minas. Além dos estudantes da rede estadual de ensino, fazem a avaliação alunos das redes municipais de 851 municípios mineiros.

O Proalfa é uma avaliação feita com todos os estudantes do 3º ano do ensino fundamental — fim do ciclo de alfabetização — e identifica os níveis de aprendizagem em relação à leitura, escrita, interpretação e síntese dos alunos. A última edição do teste, realizada em 2011, mostrou que 88,9% dos estudantes desse ano de escolaridade estão no nível recomendável, ou seja, sabem ler e interpretar textos até os oito anos. De forma amostral, os anos dos 2º e 4º anos também fazem as provas.

A superintendente de Avaliação Educacional, Maria Inês Barroso Simões, destaca a importância de um ambiente tranquilo para a aplicação das provas. “O diretor, como coordenador do processo, deve propiciar um clima favorável para que os alunos possam fazer o teste com calma para que o resultado esteja o mais próximo possível da realidade da escola”.

O caderno de provas do Proalfa é composto por 30 questões e os estudantes têm cerca de duas horas para fazer a avaliação.  Os itens que compõem os testes do Proalfa são elaborados por especialista em alfabetização do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para elaboração dos itens do Proalfa, eles utilizam como referência a matriz curricular dos anos avaliados. Após a elaboração, os itens são pré-testados e validados. Aqueles adequados são selecionados para compor o teste do Proalfa.

Distribuição dos cadernos de prova

Os cadernos foram impressos dois meses antes da aplicação das provas e foram enviados para as 47 Superintendências Regionais de Ensino, que são as responsáveis pela distribuição dos testes para as escolas. As instituições são orientadas a guardar o material em local seguro, com acesso restrito ao diretor ou à pessoa por ele autorizada. Para este ano, foram impressas, aproximadamente, 500 mil provas.

Os pacotes de testes são distribuídos lacrados e só podem ser abertos dentro da sala de aula, no momento da aplicação. Após a realização da prova, o professor deve lacrar o pacote novamente, ainda dentro da sala e entregá-lo ao diretor. Os testes devem ser enviados às Superintendências, que são responsáveis por conferir e armazenar o material até que a empresa contratada pela SEE o recolha.

Capacitação dos educadores

Para que a aplicação dos testes aconteça da melhor maneira possível, servidores da Superintendência de Avaliação Educacional, da Secretaria de Estado de Educação, capacitaram técnicos das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs). Esses técnicos foram os responsáveis por capacitar os diretores das escolas de sua jurisdição.

Durante a capacitação, os diretores de escolas tiveram contato com o manual de orientações do Proalfa, documento que traz todas as orientações para aplicação do teste. “É importante que o diretor, como coordenador do processo de aplicação em sua escola siga o manual para padronizar a aplicação do Proalfa”, ressalta a Superintendente de Avaliação Educacional, Maria Inês Barroso Simões.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 25 set 2012 | Tags: ,
Categoria: Notícias |

Provas do Programa de Avaliação da Alfabetização serão aplicadas na próxima semana

Mais de 400 mil estudantes de escolas públicas em todas as cidades mineiras farão os testes.

Durante a próxima semana, mais de 400 mil estudantes do ensino fundamental das redes municipais e estadual de ensino de Minas Gerais farão as provas do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa), avaliação desenvolvida pelo Governo de Minas.  Para que a aplicação dos testes aconteça da melhor maneira possível, servidores da Superintendência de Avaliação Educacional, da Secretaria de Estado de Educação, capacitaram técnicos das 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs). Esses técnicos foram os responsáveis por capacitar os diretores das escolas de sua jurisdição. As provas do Proalfa serão aplicadas de 24 a 28 de setembro

O Proalfa é uma avaliação feita com todos os estudantes do 3º ano do ensino fundamental — fim do ciclo de alfabetização — e identifica os níveis de aprendizagem em relação à leitura, escrita, interpretação e síntese dos alunos. A última edição do teste, realizada em 2011, mostrou que 88,9% dos estudantes desse ano de escolaridade estão no nível recomendável, ou seja, sabem ler e interpretar textos até os oito anos. De forma amostral, os anos dos 2º e 4º anos também fazem as provas.

Durante a capacitação, os diretores de escolas têm contato com o manual de orientações do Proalfa, documento que traz todas as orientações para aplicação do teste. “Os diretores são os coordenadores do processo de aplicação em sua escola e devem seguir todas as orientações que constam no manual, porque ele traz todos os procedimentos que devem ser seguidos antes, durante e após o teste. É importante seguir o manual para padronizar a aplicação do Proalfa”, ressalta a Superintendente de Avaliação Educacional, Maria Inês Barroso Simões.

Distribuição dos cadernos de prova

As escolas que vão aplicar os testes do Proalfa já estão recebendo os cadernos dos exames. Os cadernos que são impressos dois meses antes da aplicação das provas são enviados para as SREs e elas são as responsáveis pela distribuição dos testes.  As escolas são orientadas a guardar o material em local seguro, com acesso restrito ao diretor ou à pessoa por ele autorizada. Para este ano, foram impressas, aproximadamente, 500 mil provas.

Os pacotes de testes são distribuídos lacrados e só podem ser abertos dentro da sala de aula, no momento da aplicação. Após a realização da prova, o professor deve lacrar o pacote novamente, ainda dentro da sala e entregá-lo ao diretor.  Os testes serão enviados às Superintendências, que são responsáveis por conferir e armazenar o material até que a empresa contratada pela SEE o recolha.

Os itens que compõem os testes do Proalfa são elaborados por especialista em alfabetização do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para elaboração dos itens do Proalfa, eles utilizam como referência a matriz curricular dos anos avaliados. Após a elaboração, os itens são pré-testados e validados. Aqueles adequados são selecionados para compor o teste do Proalfa.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 21 set 2012 | Tags:
Categoria: Notícias |

Segunda etapa do Dia D em Minas Gerais leva pais de alunos para as salas de aula

Encontro permitiu que a família participasse da formulação do Plano de Intervenção Pedagógica.

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Na EE Afonso Pena, em Belo Horizonte, o encontro serviu para aproximar família e escola com foco nos alunos. Foto: Isadora Doehler ACS SEE


Pai de um aluno do 9°ano do ensino fundamental da Escola Estadual Afonso Pena, Rogério Ferreira de Freitas foi um dos primeiros a chegar na escola no último sábado (07/07). O motivo de sua visita à instituição de ensino, neste que foi considerado um dia letivo, foi a segunda etapa do Dia D, denominada “Toda comunidade participando”, momento em que a comunidade escolar se reuniu para mostrar às famílias o desempenho da escola, avaliado pelo Proalfa (Programa de Avaliação da Alfabetização) e Proeb (Programa de Avaliação da Educação Básica), e permitiu que os responsáveis pelos alunos participassem da elaboração do Plano de Intervenção Pedagógica(PIP) com sugestões de melhorias.

Preocupado em sempre acompanhar de perto as atividades escolares, Rogério acredita que “o processo de educação tem que acontecer em conjunto, unindo escola e família. A participação dos pais é uma forma de melhorar a qualidade da educação e as questões relacionadas à disciplina dos alunos”. Querendo ver a ascensão dos índices de avaliação, sugeriu que “fosse firmada uma parceria com as universidades para trazer estagiários para as escolas estaduais, que possam dar aulas de reforço para os alunos que têm dificuldades em português ou matemática. E, se a escola aumentar a comunicação com as famílias poderá, dessa maneira, favorecer o voluntariado para este mesmo fim”, disse.

Taciana Lacerda Araújo, mãe de aluno do 2°ano do ensino fundamental, ficou satisfeita com a reunião: “Acho a escola muito boa, vejo que dão muita atenção aos alunos”, afirmou. Para ela, a escola “poderia aumentar o número de reuniões como essa, para aproximar ainda mais as famílias”, sugeriu.

A diretora da escola, Ana Cristina de Oliveira Assis, conduziu a reunião ao lado do vice-diretor, Orlando Almeida, e de vários professores. “O encontro foi a culminância do Dia D, quando somamos as críticas e sugestões dos pais ao que já foi discutido e sugerido pela comunidade escolar na quarta-feira. Dar aos pais a responsabilidade de contribuir e se envolver é importante para a escola e para o aluno”, disse ela.

Após o término da reunião, o clima não poderia ser melhor: com quadrilha, brincadeiras e comidas típicas, pais, alunos, professores e demais funcionários da escola deram início à tão esperada festa junina, que é também uma outra forma de unir a família à comunidade escolar.

Histórico

Na quarta-feira, último dia04, aconteceu a primeira etapa do Dia D, chamada “Toda escola deve fazer a diferença”. Nesse dia, as aulas foram suspensas nas 3.762 escolas estaduais para que professores, diretores e especialistas pudessem planejar as metas de melhoria na aprendizagem, tomando como base os resultados das avaliações aplicadas em Minas Gerais.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 10 jul 2012 | Tags: ,
Categoria: Notícias |