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Superintendências Regionais de Ensino orientam escolas públicas para aplicação do Proeb 2012

Provas serão aplicadas no período de 26 a 30 de novembro.

Mais de 1,1 milhão de alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio participarão do Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb), na última semana de novembro (26 a 30/11). Para que a aplicação dos exames transcorra sem problemas, as Superintendências Regionais de Ensino (SREs) realizam capacitações com as escolas da rede estadual. No Proeb, os alunos são avaliados nos conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática.

Como as escolas municipais também participam das avaliações do Proeb, as capacitações regionais também se estendem ao público de educadores dessas redes. Patos de Minas, Janaúba e São Sebastião do Paraíso estão entre as Superintendências que repassam as orientações para as provas esta semana.

Capacitações pelo Estado

Na Superintendência de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, as provas serão aplicadas nos dias 28 e 29/11 para os conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática, respectivamente. Além de diretores de escolas e especialistas da educação das 64 escolas estaduais da jurisdição, o encontro também conta com a participação dos diretores das 77 escolas municipais, dos 14 municípios que fazem parte da Superintendência.

Para o atendimento desse público, o encontro foi organizado em quatro pólos. Nesta segunda-feira (12/11), a capacitação ocorre no município de Presidente Olegário. “Estamos orientando sobre os procedimentos a serem tomados antes, durante e após a aplicação das provas. É importante que os diretores façam reuniões com os professores que irão aplicar o exame”, explica uma das responsáveis pelo Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública, em Patos de Minas, Vânia Váz. Na última sexta, as orientações foram repassadas aos educadores das escolas da sede. Carmo do Paranaíba e São Gotardo são os próximos pólos a receberem a capacitação.

No Norte do Estado, a Superintendência de Janaúba também vai capacitar diretores e especialistas educacionais. Apenas da rede estadual são 94 escolas, mas os gestores das redes municipais também serão capacitados para as avaliações que serão aplicadas nos dias 27 e 28/11 para os conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática, respectivamente.

Na regional, as capacitações serão realizadas nos dias 13 e 14/11. “Neste encontro também queremos ressaltar com educadores a importância dessa avaliação, além de mobilizar toda a comunidade escolar a participar do Proeb. Estamos em um período de chuvas e em nossa regional vários alunos residem em zona rural, por isso a importância dessa mobilização”, lembra a gerente do Programa de Intervenção Pedagógica para os anos iniciais do ensino fundamental, Elisângela Gomes Medeiros.

No Sul de Minas, a Superintendência Regional de Ensino de São Sebastião do Paraíso, organizou a capacitação em pólos. Entre os dias, 12 e 14/11, o município sede e os municípios de Cássia e Guaxupé, receberão os diretores e especialistas de escolas estaduais e municipais dos 16 municípios que integram a regional. O momento de repassar algumas orientações ainda conta com a participação dos professores aplicadores e membros da comissão de acompanhamento.

“Também vamos chamar os professores aplicadores que aplicação dos exames serão responsáveis pela realização de vários procedimentos, como o controle da presença dos alunos a partir da lista de chamada. Outras orientações como o rodízio a ser feito pelos professores para a aplicação das provas serão repassadas”, informa a diretora educacional da Superintendência, Maria Olímpia Vilela de Brito. Na regional, o maio número de participantes por escola visa auxiliar os diretores no momento de repassarem as orientações paras os demais professores das escolas nas quais são gestores.

Acompanhamento das escolas

As equipes central e regionais do Programa de Intervenção pedagógica (PIP) farão o acompanhamento da aplicação das provas nas 3.762 escolas estaduais.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 12 nov 2012 | Tags: , ,
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Provas do Paebes serão aplicadas a partir desta terça-feira (06)

As provas do Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes) serão aplicadas nesta terça (06) e quarta-feira (07) e nos dias 13 e 14 de novembro para os alunos do 5º ano e 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio. Já o Paebes Alfa, vai avaliar as turmas iniciais de alfabetização (1º, 2º e 3º anos). A previsão é que 93.610 alunos da rede estadual façam as provas.

As provas são aplicadas nas escolas durante o período de aula. Os testes do Paebes têm como objetivo avaliar as competências e habilidades na área de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências dos alunos das redes estadual, municipal e particular que aderirem ao programa. A novidade para este ano é a inclusão das disciplinas de História e Geografia para o 9º ano/ 8ª série do ensino fundamental e a 3ª série do ensino médio.

A divulgação dos resultados será por meio do Boletim de Resultados da Escola, no Portal do Paebes (www.paebes.caedufjf.net) e estará disponível também no site da Sedu – www.sedu.es.gov.br. O acesso será por meio de senha destinada a cada escola.

Paebes

A Secretaria de Educação desde a criação do Paebes, em 2000, vem buscando parcerias com os municípios e escolas particulares para que todos, juntos, possam realizar a melhoria na qualidade da educação e consolidar a construção de uma escola mais justa e igualitária. Já aderiram, e participam do programa, escolas de 75 redes municipais e 49 escolas privadas.

A avaliação educacional é o ponto de partida para novas propostas e concepções pedagógicas, assim, torna-se fundamental avaliar os sistemas escolares e apresentar os resultados das instituições escolares à comunidade a qual servem.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/ Sedu
Rovena Storch/ Aline Nunes/ Karolina Gazoni
Tels: 27 3636 -7705/ 3636-7706
E-mail: rsdamasceno@sedu.es.gov.br/ aanunes@sedu.es.gov.br/ kpgbissoli@sedu.es.gov.br/ arocon@sedu.es.gov.br
Texto: Andressa Rocon
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Fonte: Secretaria da Educação do Espírito Santo


Criado em: 06 nov 2012 | Tags: ,
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Minas Gerais participa de seminário nos Estados Unidos sobre Avaliação Educacional

Encontro começou nesta segunda e vai até o próximo dia 11.

A subsecretária de Informações e Tecnologias Educacionais, Sônia Andere Cruz, e a superintendente de Avaliação Educacional, Maria Inez Barroso Simões, participam esta semana do ‘Seminário sobre Avaliação do desempenho Escolar, Padrões, de Desempenho e Avaliação Docente’. O encontro é realizado em Cambridge, Massachusetts e Washington, nos Estados Unidos.

Além de Minas Gerais, representantes de outros 18 estados brasileiros que integram o Sistema Integrado de Avaliação do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), estarão presentes no encontro que começa hoje e vai até o próximo dia. Na ocasião, os educadores terão a oportunidade de conhecer experiências de sucesso na área de avaliar escolar, além de participarem de debates sobre a temática.

O encontro é uma parceria do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação com a Universidade de Harvard.

Avaliação em Minas

Minas Gerais conta com o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave). O Simave é responsável pela coordenação do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) e o Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb) que são avaliações externas que apresentam um diagnóstico do sistema, viabilizando assim, a elaboração de políticas públicas educacionais.

Outra avaliação que integra o Simave é o Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE), que ao contrário das outras duas avaliações, é utilizada como um diagnóstico para o professor realizar o planejamento pedagógico em sala de aula.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Criado em: 06 nov 2012 | Tags:
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Secretaria da Educação capacita para aplicação do SAEP

A Secretaria de Estado da Educação (SEED) promoveu, nessa segunda-feira (22), em Curitiba, o encontro de capacitação da 1ª edição do Sistema de Avaliação da Educação Básica do Paraná (Saep). Coordenadores locais dos 32 Núcleos Regionais de Educação (NRE) do estado serão os responsáveis em repassar os conteúdos adquiridos para os diretores das escolas, que, por sua vez, transmitem aos aplicadores das provas.

As provas serão aplicadas pela Secretaria no dia 22 de novembro. Alunos do 9º ano do ensino fundamental, do 3º ano do ensino médio e do ano de conclusão de curso técnico e de formação docente na modalidade integrado irão responder questões de Língua Portuguesa e de Matemática. Professores e diretores também devem responder questionários sobre práticas pedagógicas e de gestão.

A escola receberá material de orientação para interpretar os resultados e, dessa forma, cada professor poderá aperfeiçoar sua prática docente conforme a necessidade revelada pelos resultados. “A partir da análise dos resultados, será possível definir ações de intervenções voltadas para o processo de melhoria da educação”, explicou o coordenador de Planejamento e Avaliação, da Diretoria de Políticas e Programas Educacionais da SEED, Leandro Jiomeke.

Com o objetivo de diagnosticar a aprendizagem dos alunos e oferecer subsídios à prática docente, as provas do Saep serão aplicadas nas 2,1 mil escolas, atingindo aproximadamente 250 mil alunos.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação do Paraná


Criado em: 24 out 2012 | Tags: , ,
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Governo oficializa Saero

Com a proposta de implementar políticas públicas com foco na eliminação dos pontos frágeis para a melhoria da educação, o governo do Estado lançou oficialmente nesta terça-feira (16), através da Secretaria da Educação (Seduc), o Sistema de Avaliação Educacional de Rondônia (Saero), primeiro item das sete metas estabelecidas em 2011 pelo governador Confúcio Moura, conforme lembrou a gerente de Avaliação e Estatística da Seduc, Maria da Conceição Silva Pinheiro.

O evento, realizado no auditório da Escola Estadual Major Guapindaia, em Porto Velho, contou com a presença de várias autoridades, entre elas o governador Confúcio Moura, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), José Gomes de Melo; alunos e educadores, que ao final participaram de uma palestra ministrada pela professora-doutora, Lina Kátia Mesquita de Oliveira, coordenadora da unidade de avaliação do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF-MG), que auxiliará a equipe de Rondônia, por meio de convênio de cooperação técnico-financeira.

Conforme o governador, o Saero consiste em uma espécie de Ideb [Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico], que pontuará as fragilidades da educação a nível estadual, como disparidade da idade e série entre os alunos, causas da evasão, escolas com menos desempenho, entre outros, para que sejam criadas ações estratégicas com vistas ao nivelamento.

A primeira avaliação está marcada para o dia 7 de novembro, nos três turnos, em todas as escolas da rede estadual que oferecem o 2º, 5º, 6º e 9º anos do Ensino Fundamental; e do 1° ao 3º anos do Ensino Médio. Ao todo serão avaliados pelo menos 123 mil alunos dessas séries, em três anos consecutivos. “O Sistema vai avaliar cada escola para traçar comparações e atuar nos pontos frágeis, pois não adianta investir sem ver o desempenho dos alunos, principalmente em disciplinas, como português e matemática. A princípio já sabemos que nem sempre é a bela estrutura física que motiva a aprendizagem. É o professor que faz a diferença”, afirmou Confúcio Moura, citando como exemplo a Escola Bom Jesus, na Capital, que apesar de funcionar em instalações improvisadas obteve a pontuação de 5,6 no Ideb divulgado este ano. “Nosso objetivo é ter a melhor educação da Amazônia”, completou.

Ao parabenizar o governo por mais esta iniciativa que vislumbra a melhoria do ensino na rede pública, o conselheiro José Gomes afirmou que se trata de importante ferramenta que permitirá aos pais e também ao TCE acompanhar o desempenho dos alunos e a correta aplicação dos recursos públicos. Ele lembrou também que até 1960 pelo menos 60% dos universitários brasileiros eram oriundos do ensino público.

Ao ressaltar a importância do Saero como indicador de qualidade da educação, de instrumento norteador e de monitoramento das políticas públicas da educação em todo o Estado, a secretária da Educação, Isabel Luz, mencionou outros projetos em desenvolvimento, como o da Escola Integral e o Ensino Médio Inovador. A iniciativa do governador também foi elogiada pelo deputado estadual, Euclides Maciel, que ainda anunciou emenda de R$ 100 mil para ser liberada em 2013 pelo governo para a Orquestra da Escola Estadual Daniel Neri, que intercalou a solenidade com a execução do Hino Céus de Rondônia e outras canções, sob o comando do maestro Eliéser.

De acordo com a professora Lina Kátia, o CAEd/UFJF é referência nacional, com atuação em 21 Estados. Só em 2011, segundo ela, foram avaliados 16 milhões de alunos, entre eles os do Ceará, Estado que em 2007 tinha 26% de alfabetizados e hoje conta com 78%.

Fonte: Secretaria de Educação de Rondônia


Para analistas, baixa qualidade do ensino e taxa de reprovação “expulsam” jovem da escola

Caiu o número de jovens na escola a partir dos 15 anos de idade. O dado da Pnad 2011 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), explicita um problema que preocupa há algum tempo pesquisadores da educação: a escola não consegue reter o adolescente.

Segundo a Pnad, 83,7% dos jovens entre 15 e 17 anos estudavam em 2011. O número é mais baixo do que o apurado em 2009, quando a taxa era de 85,2%. Isso siginifica 1,7 milhão de jovens fora da escola – população equivalente à de Curitiba.

“O jovem que vai à escola não encontra o professor de determinada disciplina ou não tem a aula de maneira adequada. Esse jovem percebe que essa escola [da maneira como é oferecida] não garante um lugar no mercado de trabalho. Então considera que o mais lógico é abandonar a escola”, explica a professora Marcia Malavasi, da Faculdade de Educação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). “Dessa maneira, a escola ‘expulsa’ os jovens do ensino médio”, conclui.

Uma pesquisa realizada pelo Ibope, em parceria com o Instituto Unibanco, em 2011 mostra que os estudantes do ensino médio perdem entre 17% e 40% dos dias de aulas, na maioria dos casos, por falta de professor.

Desinteresse

“O jovem diz que não tem interesse, não tem saco, não gosta da escola”, afirma Haroldo Torres, diretor de análise e disseminação de informações da Fundação Seade. Segundo ele, até existe um reconhecimento de que estudar “é importante para o futuro”, mas isso não se traduz em esforço para se manter na escola.

A falta de interesse do aluno parece ser resultado de um conjunto de situações, que vão da baixa qualidade do ensino, falta de professores e altos índices de reprovação a problemas de infraestrutura escolar, como a falta de bibliotecas e salas de estudo.

“O jovem tem dificuldades para chegar até a escola, pois é longe e o transporte é caro. Quando ele chega, não tem professor e a escola sequer tem uma biblioteca para manter o aluno ali estudando”, critica Marcia.

Retenção

A probabilidade de evasão do jovem aumenta conforme o número de repetências no histórico escolar. “O nosso sistema é muito reprovador, sobretudo em algumas regiões. No Nordeste, por exemplo, é muito comum as pessoas ficarem retidas no ensino fundamental”, explica Torres.

“Não dá para dizer que o jovem está saindo da escola para ir trabalhar, pois caiu a taxa de ocupação até os 29 anos. Existe uma parte da população aí que não estuda nem trabalha” – MARIA LUCIA VIEIRA, gerente de pesquisa do IBGE

O Censo Escolar de 2011 revelou que a taxa de reprovação no ensino médio brasileiro atingiu 13,1%, maior número desde 1999.

A avaliação de que os altos índices de retenção desestimulam o aluno ecoa na fala do pesquisador Simon Schwartzman, do Iets (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade).

“A educação pública brasileira é em geral muito mal gerenciada, com níveis absurdos de reprovação e dependência. Basta “arrumar a casa”, garantir que os professores venham e dar aulas de reforço para os alunos que ficam para trás para que os indicadores comecem a melhorar”, diagnostica.

Estrutura

Apesar do aumento no investimento no ensino médio, com a criação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) que atende toda a educação básica, os números do ensino médio não melhoraram. Uma das hipóteses é de que o currículo não agrade a esse jovem.

“É importante deixar de obrigar todos a seguirem os mesmos currículos, abrir espaço para escolhas, e ampliar de maneira muito significativa a alternativa de formaçao profissional sem mantê-la atrelada ao ensino médio regular”, argumenta Schwartzman.

Fonte: UOL


Criado em: 16 out 2012 | Tags: , , ,
Categoria: Notícias |

Secretaria de Estado da Educação de Goiás realiza mais uma edição da Avaliação Diagnóstica

Novidade é a inserção de exames de Ciências.

Os estudantes da rede pública estadual matriculados em turmas de 5º a 9º ano do Ensino Fundamental e de 2ª (4º período) e 3ª séries (6º período) do Ensino Médio farão, nesta terça-feira (09/10), as provas da segunda Avaliação Diagnóstica deste ano. Além de serem avaliados em Língua Portuguesa e Matemática, esses alunos, com exceção dos de 4º e de 8º ano, vão fazer pela primeira vez Avaliação Diagnóstica na disciplina de Ciências. Escolas municipais de 153 redes parceiras da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) também aplicarão os exames, a partir das matrizes das provas que serão disponibilizadas aos municípios.

Nas escolas da rede pública estadual, aproximadamente 293 mil estudantes serão avaliados, sendo 142 mil do Ensino Fundamental e 151 mil do Ensino Médio. Eles farão as provas no horário de aula, sem prejuízo das atividades pedagógicas, seguindo os mesmos descritores e conceitos utilizados na primeira etapa da Avaliação Diagnóstica do ano, realizada nos meses de fevereiro e abril. A avaliação do primeiro semestre, de acordo com o chefe do Núcleo de Orientação Pedagógica, Raph Gomes, serviu para mostrar os desafios e nortear o trabalho de reorientação pedagógica nas escolas.

“Mudamos estratégias e demos o suporte e a formação necessária aos professores e às escolas. Agora vamos verificar se o que foi ensinado – e a forma como foi ensinado – resultou no melhor aprendizado dos alunos”, afirmou. Essa edição da Avaliação Diagnóstica ainda permitirá compreender como está o ensino e o aprendizado de Ciências nas unidades educacionais goianas, possibilitando estabelecer as metas e definir intervenções também para essa área do conhecimento.

O programa de Avaliação Diagnóstica da Seduc tem a parceria do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que participa da preparação e também da correção das provas, e é uma das ações do Pacto Pela Educação, o plano de reforma educacional em execução na rede pública estadual.

Instituído no ano passado, o programa começou avaliando os alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, expandindo agora para a área de Ciências. Para a aplicação de mais esta Avaliação Diagnóstica, a Secretaria de Educação tem repassado às subsecretarias regionais o material necessário e orientado os tutores pedagógicos que têm atuação fundamental no processo de mobilização das escolas.

Mais informações nos telefones 3201-3178 e 3201-4151.

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Goiás


Criado em: 09 out 2012 | Tags:
Categoria: Avaliação Diagnóstica, Notícias |

Provas do ‘Avaliando Idepb’ são aplicadas nas 805 escolas da Paraíba

As provas do Avaliando Idepb (Índice de Desempenho Educacional da Paraíba) foram aplicadas nesta quarta-feira (26) para 68.264 alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio das 805 escolas da rede estadual. Os alunos foram avaliados nas disciplinas de Português e Matemática e os professores que lecionam estas disciplinas nas turmas das escolas onde o Avaliando Idepb foi aplicado, assim como os gestores das escolas, preencheram um questionário para complementar a avaliação.

O Avaliando Idepb será aplicado anualmente visando buscar dados relativos ao desempenho das escolas da rede estadual em tempo rápido. Com isso, a SEE espera construir políticas públicas para o desenvolvimento do Plano de Gestão Paraíba Faz Educação e dos projetos pedagógicos de cada escola. Foram responsáveis pela avaliação a Gerência de Programas de Avaliação (Proava) da Secretaria de Estado da Educação (SEE), em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Segundo a gerente do Proava, Iara Andrade, a partir de 2012 a avaliação passou a ser censitária, na qual todos os alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio participaram. “Esta avaliação, este ano mais completa, objetiva colher dados que possam dar mais objetividade na elaboração das políticas públicas de melhoria da aprendizagem escolar”, destacou.

No Lyceu Paraibano, cerca de 750 alunos da 3ª série do Ensino Médio participaram da avaliação. De acordo com a diretora da instituição de ensino, Telma Medeiros Rodrigues, a partir deste ano a avaliação será mais completa. “Vejo a avaliação deste ano de forma mais positiva porque nos anos anteriores ela acontecia por amostragem, com a participação de apenas uma turma, portanto não tínhamos o perfil do Lyceu que teremos este ano, no qual veremos a realidade do nosso processo de ensino e aprendizagem”, opinou.

Para a secretária interina de Estado da Educação, Márcia Lucena, “a avaliação vai contextualizar a educação no Estado, dando respostas à Secretaria da Educação, no âmbito da gestão pedagógica e das políticas públicas”.  Ainda segundo ela, os resultados vão gerar os seis cadernos de dados dessa avaliação para que também sejam avaliados os educadores para trazer uma visão ampla dos sistemas no Estado. O método de avaliação já é adotado em mais 16 estados do país e segue as diretrizes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Fonte: Governo do Estado da Paraíba


Criado em: 05 out 2012 | Tags:
Categoria: Notícias |

A metodologia de avaliação da educação

A recente divulgação pelo Ministério da Educação do Ideb 2011 (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) trouxe informações relevantes para que o Brasil continue a avançar em direção a uma educação de qualidade. Tão importante quanto os resultados é a constatação que a sociedade brasileira está incorporando as discussões sobre a qualidade da educação em sua rotina.

Ao apresentar os resultados do Ideb, o ministro Aloizio Mercadante trouxe à tona algumas questões que devem ser amplamente debatidas para não comprometer os avanços.

O ministro abordou a necessidade de discutir o currículo do ensino médio, considerando a viabilidade de se migrar do atual modelo curricular para um organizado em áreas do conhecimento, sem prejuízos a disciplinas especificas, que evidentemente estariam contidas de forma integrada nas grandes áreas. Solicitou ainda o avanço em direção à educação em tempo integral.

Outra questão abordada foi a necessidade de um estudo para verificar a efetividade do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), que é aplicado de forma amostral para alunos do 3º ano do ensino médio, como métrica para avaliar e permitir a construção de políticas de melhorias nessa fase de ensino. Hoje, o Saeb é utilizado no cálculo do Ideb.

A discussão é necessária e útil. Afinal, no passado foi tomada a decisão de transformar a avaliação aplicada no 5º e 9º anos do ensino fundamental de amostral para censitária, permitindo assim a geração de médias de desempenho para as instituições participantes, propiciando um maior envolvimento das escolas, da família e da sociedade.

Houve igualmente uma polêmica muito grande. Parece não haver dúvidas, hoje, que tal decisão foi acertada e que a mesma mobilização é necessária para o ensino médio.

O estudo da mudança de uma aplicação amostral para censitária não desconhece que todas as aplicações amostrais foram feitas dentro da mais correta técnica e que, portanto, todos os seus resultados são validos e relevantes.

A discussão de aplicação censitária da avaliação do ensino médio leva ainda a outra importante e questão: é apropriado substituir no cálculo do Ideb a métrica do Saeb pela do Enem?

Estudos sobre isso podem se constituir em uma uma ótima oportunidade para tornar a avaliação da educação brasileira mais apropriada.

Eis alguns aspectos que tal debate introduz: como será tratado o problema da ausência de alunos matriculados no ensino médio que ocorre tanto no Saeb como no Enem? Como garantir a coerência da nova metodologia de cálculo com a importante série histórica que o Brasil hoje possui? Como considerar as notas das quatro áreas do Enem, lembrando que no Saeb são avaliadas somente língua portuguesa e matemática? A nota da redação deve ser incluída?

Tais estudos demandam uma revisão ou introdução da interpretação pedagógica dos escores do Enem. Ressalte-se ainda a questão da motivação, que pode levar um estudante a se empenhar mais ao fazer uma prova de impacto em sua vida escolar, como o Enem.

O bom debate trazido pelas reflexões propostas é uma ótima oportunidade para se discutir e apresentar soluções para os grandes desafios que temos na educação brasileira, especialmente no ensino médio.

Por essa razão o ministro solicitou, sem açodamento, estudos técnicos adequados para posterior debate, escrutínio e diálogo com especialistas e a sociedade. Com o bom debate ganhamos todos, com a polêmica perde o Brasil.

Fonte: Inep


Criado em: 19 set 2012 | Tags: ,
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O bom debate para avançar na educação brasileira

A recente divulgação pelo Ministério da Educação do Ideb 2011 trouxe informações relevantes e necessárias para que o Brasil continue a avançar como uma nação que prioriza o desenvolvimento social, econômico e ambiental. Tão importante quanto os resultados apresentados é a constatação de que a sociedade brasileira está incorporando as discussões sobre a qualidade da educação em sua rotina. É um Brasil que se transforma graças a contribuições de diferentes governos. Para citar alguns mais recentes, importantes ações na área da educação foram tomadas durante os governos Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula e agora pela Presidenta Dilma. Não fossem tais contribuições dificilmente poderíamos estar hoje discutindo os avanços e os desafios da educação básica em nosso País.

E é exatamente por estarmos em um momento decisivo de nossa história, considerando, entre outras coisas, a janela demográfica que vivemos, que não podemos perder a oportunidade de realizar o bom debate sobre a educação brasileira sem cair na armadilha de polêmicas infrutíferas.

Ao apresentar os resultados do Ideb, o ministro da educação Aloizio Mercadante trouxe à tona para discussão, principalmente no que se refere ao ensino médio, algumas questões altamente qualificadas que, se não forem debatidas, podem comprometer os avanços que todos almejamos. Primeiramente o ministro abordou a necessidade de discutirmos o currículo do ensino médio, solicitando estudos sobre a viabilidade de migrarmos do atual projeto enciclopédico que hoje prevalece para um currículo, que considere áreas do conhecimento, sem prejuízos de disciplinas específicas que, evidentemente, estariam contidas nas grandes áreas considerando as suas inter-relações. Solicitou ainda que fossem analisadas questões como oferecimento do ensino médio no turno diurno versus noturno e sua orientação única e acadêmica. Para tal o MEC instituiu uma comissão que envolve especialistas em avaliação, os secretários estaduais e municipais de educação, bem como a Secretária de Educação Básica e o Inep.

Outra questão abordada pelo ministro foi a necessidade de um estudo para se verificar a efetividade do Saeb, que é aplicado de forma amostral para alunos do 3o ano do ensino médio, como métrica para avaliar e permitir a construção de políticas de melhorias nessa fase de ensino. A discussão é necessária e útil, afinal, no passado foi tomada a decisão de transformar a Prova Brasil aplicada no 5o e 9o anos do ensino fundamental de amostral para censitária com o objetivo, entre outros, de se ter um maior envolvimento e comprometimento das escolas, da família e da sociedade com os resultados. Parece não haver dúvidas que tal decisão foi acertada e que a mesma mobilização é hoje necessária para o ensino médio.

Ao propor o estudo da mudança de uma aplicação amostral para censitária, o ministro aponta as vantagens de tal mudança sem desconhecer que todas as aplicações amostrais foram feitas dentro da mais correta técnica científica e que, portanto todos os seus resultados são validados e relevantes. No entanto, na discussão de migração para uma avaliação censitária para o ensino médio, surge outra questão importante e que necessita ser debatida: é apropriado substituir no cálculo do Ideb a métrica do Saeb pelo Enem?

No meu entendimento, estudos sobre a introdução da métrica do Enem para o cálculo do Ideb do ensino médio podem se constituir em uma ótima oportunidade de tornar os mecanismos internos da régua da educação brasileiros mais conhecidos e mais apropriados. Eis alguns aspectos que tal debate introduz: como será tratado o problema da ausência de alunos matriculados no ensino médio, que ocorrem tanto no Saeb como no Enem? Como garantir a coerência da nova metodologia de cálculo com a importante série histórica que o Brasil hoje possui? Como considerar as notas das quatro áreas consideradas no Enem, lembrando que no Saeb são avaliadas somente duas áreas, Português e Matemática? A nota da redação deve ser incluída? Tais estudos demandam uma revisão ou introdução da interpretação pedagógica dos escores do Enem.

Fonte: INEP


Criado em: 13 set 2012 | Tags: , , , ,
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