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Escola estadual (AL) atinge meta do Ideb esperada para 2021

A nota 4.4 alcançada pela Escola Delmo Ferreira de Jundiá foi anunciada pelo MEC referente ao ano 2011.

A direção, professores, funcionários e alunos da Escola Estadual Delmo Ferreira, do município de Jundiá, ainda estão comemorando a nota 4.4 anunciada pelo Ministério da Educação referente ao Índice de Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Ideb) de 2011. Afinal, essa era a meta programada a ser atingida somente em 2021 para as séries finais (8º e 9º anos).

Dados anunciados pelo Ministério da Educação revelam ainda que no ano de 2009, a nota do Índice de Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Ideb) alcançada pela Escola Estadual Delmo Ferreira foi de 4.2, superando a média estimada para aquele ano,  que era  alcançar a nota 2.7. Em 2011, a estimativa era atingir a meta  de 3.0.

Para a diretora Maria Bethania, o índice alcançado pela escola é fruto de um trabalho coletivo que envolve professores, coordenação pedagógica, funcionários, alunos e pais. “Dentro do nosso planejamento estratégico, revertemos todos os investimentos para os alunos e isso tem favorecido o bom desempenho deles em sala de aula. Estamos todos de parabéns”, comemora Bethania.

Outro aspecto que favorece o nível de rendimento dos estudantes, como explica a diretora, é o comprometimento, a dedicação e empenho dos professores. Segundo Bethania, apesar das adversidades, é notável o feedback  entre alunos e professores. “Disponibilizamos ainda todos os recursos audiovisuais para tornar as aulas mais criativas”, destaca a diretora.

Fabiane Fagundes, professora de Portugues e Inglês, explica que a conquista alcançada pela escola representa um conjunto de fatores, entre eles a superação, novas metodologias, incentivo à leitura e a utilização de equipamentos de vídeos e áudios. “Isso é uma prova da capacidade dos alunos da rede pública, aliada ao comprometimento dos professores e a integração da família na vida dos estudantes”, ressalta Fabiane.

A professora destaca ainda que o incentivo à leitura é uma ferramenta indispensável em sala de aula. “Ensinamos a gramática de forma contextualizada, e isso tem sido uma contribuição extraordinária no aprendizado dos alunos”, reconhece Fabiane Fagundes.

A direção da Escola Estadual Delmo Ferreira argumenta ainda que a metodologia pedagógica aplicada aos alunos tem dado resultado e conseguido avanços no aprendizado do alunado. Como exemplo, Maria Bethania destaca os projetos “Na Onda da Leitura”; “A Cor da Cultura”, “Conselho Escolar” e o “Dia da Família na Escola”.

Além disso, a coordenação pedagógica incentiva os alunos e professores com a realização de Oficinas em diversas temáticas, onde conta com a participação também da comunidade em geral.

Fonte: Secretaria de Estado da Educação e do Esporte de Alagoas


Criado em: 29 ago 2012 | Tags:
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Ministro defende prioridade para a alfabetização na idade certa

Porto Alegre — O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta terça-feira, 28, que o Brasil precisa dar prioridade e reforçar a alfabetização de crianças até os oito anos de idade. Mercadante participou, em Porto Alegre, do lançamento da campanha A Educação Precisa de Respostas, promovida pelo Grupo RBS.

No período de um ano, serão produzidas matérias jornalísticas nas emissoras do grupo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. As matérias terão o propósito de alertar e conscientizar os cidadãos, fiscalizar e cobrar ações do Poder Público, estimular e valorizar ações concretas de transformação no campo da educação nos dois estados.

Durante 20 minutos, Mercadante respondeu perguntas de professores, especialistas e autoridades educacionais. Sobre a alfabetização até os oito anos, de acordo com o ministro, programa sobre a idade certa, a ser lançado pelo governo federal em setembro, já tem a adesão de todas as secretarias estaduais de Educação do país e de quatro mil municípios.

O ministro também lembrou que a reformulação do ensino médio é um grande desafio para o país. Ele destacou o papel do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nesse processo de mudança e alertou os estudantes sobre as possibilidades abertas com um bom desempenho no Enem. Entre elas, o acesso a políticas públicas do setor educacional, como o programa Ciência sem Fronteiras.

A formação de professores foi outro tema abordado no debate. O ministro salientou que 350 mil professores cursam hoje a primeira ou a segunda graduação por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid).

Assessoria de Comunicação Social


Confira a Portaria nº 867, de 4 de julho último, que institui o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa

Fonte: MEC


Criado em: 29 ago 2012 | Tags:
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Mudar currículo não melhora o ensino médio, diz professor da USP

Para especialista, a solução do problema para o déficit de aprendizado dos alunos envolve medidas mais abrangentes.

São Paulo – Até o final de outubro, um grupo de trabalho formado pelo Ministério da Educação (MEC) deverá apresentar propostas para o ensino médio. O pacote, que inclui reforma curricular e adoção da jornada ampliada, é uma resposta às médias sofríveis desse segmento na edição 2011 do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Desde que a avaliação começou a ser realizada, em 2005, as médias das séries iniciais do ensino fundamental evoluíram praticamente três vezes mais rápido do que as do antigo colegial. Conforme declarou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as principais razões são o excesso de disciplinas e a oferta das aulas no período noturno, na maioria dos casos, com estudantes defasados em relação à idade e serie.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao MEC e responsável pelo Ideb, o ensino médio praticamente não avançou como deveria. Em comparação com 2009, as médias de 2011 caíram em nove estados (Acre, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia) e o Distrito Federal (DF).

Ficaram abaixo da média estabelecida para o ano em cinco estados (Alagoas, Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Sul e Sergipe), além do DF. Houve melhora em 11 (Amapá, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins). Na avaliação em geral, a média nacional do ensino médio ficou em 3.7, enquanto a dos anos iniciais foi de 5.

Para Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP), especialista em temas como avaliação e gestão educacional, as mudanças em estudo são inócuas. “Se o currículo for mudado, quem vai dar essas aulas?”, questiona.

“Antes de quaisquer mudanças que venham a ser feitas os professores precisam ser preparados. E não é o que está acontecendo”, diz o especialista, alertando para o fato de o ensino médio ser responsabilidade dos estados, e não da União. Na comparação que ele faz, modificar o currículo, com redução das disciplinas, é como trocar a colher com que se administra o remédio sendo que o ideal é passar a dar um medicamento adequado, prescrito conforme a doença.

Alavarse, aliás, discorda do ministro Mercadante também quanto ao suposto excesso de disciplinas. Segundo ele, português e matemática compõem a maioria da grade curricular, sobrando pouco espaço para outras matérias pedagógicas obrigatórias. “É preciso repensar o que está sendo ensinado e como isso está sendo feito, muitas vezes em escolas que nem banheiro têm.”

O especialista critica também a proposta de ensino médio ampliado, de difícil implementação. “Mais de 45% desses alunos estudam à noite ou porque precisam começar a trabalhar ou porque já são trabalhadores que não puderam estudar quando adolescentes. O ideal seria terminar o ensino médio aos 17 anos”, diz. “E se a tendência for de acabar com o ensino noturno, como esses alunos vão fazer para poder estudar?”

Mudanças no Ideb

Por causa do lento avanço do ensino médio no Ideb, o MEC estuda também substituir as provas de português e matemática pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A medida, segundo o ministério, é aumentar a amostragem dos alunos desse nível de ensino.  Por meio de sua assessoria de imprensa, o MEC afirmou não haver ainda nenhuma decisão tomada a respeito. E a Prova Brasil, um dos componentes do Ideb – o outro são as taxas de aprovação – continua a ser aplicada no 5º e 9º anos do Ensino Fundamental, para avaliar o desempenho dos estudantes em leitura e cálculos básicos.

Seja como for, Ocimar Munhoz Alavarse critica a possibilidade de inclusão do Enem. “Os objetivos são diferentes. A Prova Brasil deveria ser mantida para preservação da série histórica. Essa mudança me parece o caso do gordo que quer trocar a balança na esperança de estar mais magro em outra.”

Fonte: Rede Brasil Atual


Criado em: 29 ago 2012 | Tags:
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Mercadante elogia Piauí por ênfase dada à alfabetização

O Piauí e o Ceará se tornaram exemplos para o Ministério da Educação, depois dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), em que apareceram como os estados que mais evoluíram nos indicadores educacionais. Conforme o ministro Aloizio Mercadante, o Piauí deu um verdadeiro salto, resultado especialmente da ênfase dada à alfabetização.

Na entrevista, concedida à Globo News, Mercadante e representante da ONG Todos pela Educação ressaltaram ainda a cooperação entre o estado e os municípios como tradutora do grande salto conseguido pelo Piauí, assim como por Ceará e Minas Gerais.

Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os dados apresentados mostram que as crianças estão aprendendo mais. “O Piauí é o estado que tem o maior número de matrículas no Brasil, onde mais crianças estão na escola, e os índices são absolutamente espetaculares, onde 95% dos municípios atingiram a média”, afirma Mercadante.

O ministro ressaltou ainda que a vontade política, o compromisso do gestor com a educação dentro da sala de aula, é absolutamente determinante. “À medida que a sociedade transforma isso num valor político eleitoral, num valor social relevante, aumenta a atenção dos gestores com a educação”, finaliza.

A Seduc não mede esforços para avançar nos índices que retratam a educação do estado do Piauí. “Precisamos do empenho de todos, para juntos conseguirmos ultrapassar os limites e metas a nós colocados, no sentido de fortalecer mais ainda a escola pública”, destacou o secretário da Educação, Átila Lira.

Segundo ele, o trabalho realizado com toda a comunidade escolar contribuiu para a melhoria nos índices educacionais. “Temos a consciência que fizemos muito, mesmo diante das adversidades que enfrentamos. Temos certeza que os resultados alcançados foram fruto de um esforço coletivo, com todos trabalhando em prol da melhoria da qualidade de ensino”, enfatizou.

Investimentos em escolas de Tempo Integral e Programas como o “Palavra de Criança” ajudam no desempenho e na aprendizagem dos alunos

Ações importantes têm sido realizadas pelo Governo do Estado, por intermédio da Seduc. Destacam-se a reforma e a construção de diversas escolas adequando-as às necessidades da realidade local, além da implementação do programa “Mais Educação”, que já se caracteriza por ser uma política indutora da Educação em Tempo Integral, notadamente reconhecida pelos excelentes resultados alavancados em relação ao desempenho escolar dos alunos.

Para 2012, o plano de atendimento consolidado contempla um total de 350 escolas estaduais (dessas, 155 são escolas de 2011 que renovaram cadastro e 195 são escolas novas que fizeram adesão em 2012).

Outro programa que vem se destacando na educação piauiense, é o “Palavra de Criança”, que tem como parceiro o Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF e já está consolidado em 118 municípios do estado, através do regime de colaboração entre Estados e municípios.

O Programa possui 236 profissionais capacitados, atende cerca de 30 mil crianças acompanhando as três primeiras séries do ensino fundamental e mobiliza, ainda, as famílias a participarem do processo de aprendizagem dos alunos. Com tais ações, a meta é alfabetizar na idade certa no mínimo 70% das crianças das turmas de alfabetização, ao final do ciclo, como uma proposta de reduzir os índices de distorção idade-série no Estado.

As metas obtidas pelo Programa Palavra de Criança deverão ser vislumbradas nas próximas avaliações externas aos quais os municípios piauienses serão submetidos. Em 2013, o referido programa ganhará nova dimensão e novos investimentos diante da nova proposta do Ministério da Educação com o recém divulgado Pacto Nacional na Idade Certa (PNAIC), uma versão macro do “nosso” Palavra de Criança e também voltado para a alfabetização nos três primeiros anos iniciais do Ensino Fundamental.

“O PNAIC fortalecerá a política de alfabetização na idade certa já implantada pelo Governo do Estado do Piauí este ano e que consolida o direito à criança de aprender a ler e escrever respeitando o ‘ciclo da infância’”, finalizou.

Veja a entrevista de Mercadante:

http://youtu.be/zLb7qFS2Kp0

Fonte: Secretaria Estadual de Educação e Cultura do Piauí


Criado em: 27 ago 2012 | Categoria: Notícias |

Secretário recebe ministro de Ciência e Tecnologia de Moçambique

Na educação, ele conheceu as práticas pedagógicas adotadas nas escolas estaduais.

O secretário de Educação, Anderson Gomes, recebeu a visita de Venâncio Massingue, ministro de Ciência Tecnologia da República de Moçambique, na África. O encontro, que aconteceu nesta sexta-feira (24), na sede da Secretaria de Educação (SE), na Várzea, serviu para que o chefe da pasta tivesse a oportunidade de apresentar as novas práticas de tecnologia aplicada nas escolas da rede estadual.

Na ocasião, além de falar sobre o Programa Ganhe o Mundo – que por meio de um intercâmbio está levando estudantes para os Estados Unidos, Canadá e países de língua espanhola – Gomes apresentou o tablet que, este ano, começou a ser distribuído para 156 mil estudantes do ensino médio. “Estamos em novo século. O século da tecnologia e, por isso, precisamos inserir nossos estudantes nessa nova realidade”, disse. No encontro, ele também falou das Olimpíadas Brasileiras de Matemática. “Mais de 19 mil estudantes participam do evento no Brasil. Em Pernambuco, por exemplo, temos ganhadores em vários municípios”, explicou.

Massingue gostou da ideia dos tablets e, inclusive, cogita a possibilidade de levar o projeto para ser desenvolvido em Moçambique. “Também fiquei interessado nas Olimpíadas de Matemática”, disse, ao finalizar falando em um possível intercâmbio com a República. “Quem sabe não trocamos experiências. Acho que seria interessante levar os alunos daqui e trazer os nossos para compartilharem diferentes culturas”, concluiu.

Fonte: Secretaria de Educação de Pernambuco


Criado em: 27 ago 2012 | Categoria: Notícias |

MEC quer pacto com estados para melhoria do ensino médio

Brasília – Após reunião com os secretários estaduais de Educação, o ministro Aloizio Mercadante anunciou que será firmado um “pacto nacional” com os governos estaduais para melhorar a qualidade do ensino médio. A iniciativa surge uma semana depois da divulgação dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) que, no ensino médio, indicaram resultados insuficientes. O ensino médio é considerado o “gargalo” da educação básica, por registrar altos índices de abandono e reprovação, além de problemas na aprendizagem.

De acordo com Mercadante, será formado um grupo de trabalho entre os secretários de Educação e dirigentes do MEC para discutir soluções para essa etapa do ensino. Um dos focos deverá ser a reforma do currículo do ensino médio. A crítica é que hoje o conhecimento é apresentado de forma muito fragmentada aos estudantes – em média são 13 disciplinas obrigatórias. O debate não é novo. No ano passado, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou as novas diretrizes curriculares do ensino médio que já indicavam uma flexibilização desse formato. De acordo com o ministro, o documento servirá de base para o novo modelo.

Mercadante ressaltou que a reforma não significa que a divisão entre as disciplinas será abolida, mas que a aprendizagem dos conteúdos será integrada em quatro grandes áreas: linguagens, matemática, ciências humanas e da natureza. “Algumas redes de ensino já estão trabalhando por área de concentração. Isso não quer dizer menos disciplinas ou menos professores, mas que elas estão integradas em um processo de aprendizagem único”, disse.

Uma das funções do grupo de trabalho será levantar as boas experiências já desenvolvidas nos estados para que elas possam ser utilizadas por outras redes de ensino. Para a presidenta do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Nilene Badeca, é fundamental que os estados participem desse redesenho curricular porque são eles que executam as políticas na ponta.

“A ideia não é ter um modelo único. A gente vai buscar aquilo que é mais adequado para cada realidade. Nós vamos trocar experiências para ver o que é melhor para os estados. Vamos propor e ver o que podemos fazer junto com o MEC”, disse.

Além da reforma curricular, o MEC discutiu com os secretários outras ações para melhorar o ensino médio, como o aumento da jornada escolar e do número de professores com dedicação exclusiva a uma única escola. Segundo o ministro, outra ideia é criar um programa de intercâmbio entre diretores de escolas para que eles conheçam “as melhores experiências de ensino médio no Brasil a fim de trazer para sua rede”.

Também será discutida a possibilidade de ampliação do Programa Ensino Médio Inovador, que atualmente atende a 2 mil escolas. Por meio dele, o MEC apoia unidades de ensino que queiram desenvolver novos formatos de organização de ensino médio, inclusive com o aumento do número de horas que o aluno passa na escola.

Fonte: Agência Brasil


Criado em: 22 ago 2012 | Tags:
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Ministério estuda incluir Enem no cálculo do Ideb para universalizar índice

O ministro Aloizio Mercadante e a presidente do Consed, a secretária de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul, Nilene Badeca (foto: João Neto)

O ministro Aloizio Mercadante e a presidente do Consed, a secretária de Educação do Estado de Mato Grosso do Sul, Nilene Badeca (foto: João Neto)

O Ministério da Educação estuda a substituição da Prova Brasil pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o cálculo do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb). Os resultados do Enem confeririam maior universalidade aos resultados do ensino médio. Em 2011, o exame recebeu 1,5 milhão de inscrições de estudantes que concluíam essa fase, enquanto a amostra do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que inclui a Prova Brasil, avaliou 70 mil candidatos.

“O Enem é quase censitário e os alunos já estão cobrando resultados”, disse o ministro Aloizio Mercadante. “Com as cotas sociais, a participação deve crescer ainda mais.” Durante encontro do ministro com representantes do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), na manhã desta terça-feira, 21, foi proposta a criação de um grupo de trabalho para debater a valorização do ensino médio.

O grupo de trabalho contará com representantes do MEC, cinco representantes do Consed, um de cada região, e observadores da Academia Brasileira de Ciência e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Outros temas que o grupo deverá discutir serão o redesenho curricular do ensino médio, a ampliação do ensino médio inovador e do ensino integral diurno. O grupo deve apresentar o resultado das discussões na próxima reunião do Consed, em 18 de outubro, em Santa Catarina.

Para Mercadante, a restruturação do currículo para o ensino médio deve focar nas quatro áreas de concentração do conhecimento do Enem, linguagem, matemática, ciências humanas e ciências da natureza. Para o ministro, o ensino médio inovador, que tem uma hora diária a mais, totalizando cinco horas, e o professor atuando em tempo integral na escola devem ser valorizados. “O ensino médio inovador trabalha com a flexibilidade curricular na interação por concentração de conhecimento”, explicou.

Também foi discutida a realização, em 2013, da Prova Nacional de Ingresso na Carreira Docente. A iniciativa pretende selecionar professores para auxiliar municípios que têm dificuldades em realizar seus próprios concursos. O exame deve acontecer no segundo semestre do próximo ano.

Fonte: MEC


Criado em: 22 ago 2012 | Tags: ,
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Dilma destaca melhora do ensino nas escolas de tempo integral

O programa de ensino integral Mais Educação, realidade em 32 mil escolas públicas de todo o país, foi o tema do programa de rádio Café com a Presidenta desta segunda-feira, 20. Metade das escolas atendidas pelo programa, nas quais a maioria dos alunos recebe o benefício da Bolsa-Família, está situada em regiões pobres, com baixos resultados no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb).

“Todo país que se desenvolveu, que saiu da condição de país pobre e que se mantém na condição de país desenvolvido apostou na educação em tempo integral para todas as crianças”, disse a presidenta da República, Dilma Rousseff. “Nosso objetivo é ampliar o tempo de estudo da criança e do jovem na escola, com maior acompanhamento dos professores.”

O programa Mais Educação, lançado em 2007 pelo Ministério da Educação, amplia a jornada escolar diária para o mínimo de sete horas, com prioridade para atividades culturais, esportivas e de acompanhamento pedagógico, principalmente em matemática e língua portuguesa. “O Ideb mostra que o aprendizado melhorou muito nas escolas com tempo integral”, salientou Dilma. “Por isso, a educação em tempo integral é tão importante, principalmente quando, junto com ela, vem a melhora dos currículos que nós estamos promovendo no ensino médio.”

Ouça o programa Café com a Presidenta desta segunda-feira, 20

Fonte: MEC


Criado em: 22 ago 2012 | Categoria: Notícias |

MEC cria grupo de trabalho para reforma do ensino médio

Equipe vai sugerir como mudar o currículo e ampliar número de escolas de tempo integral.

Um grupo de trabalho formado por secretários estaduais de Educação, representantes do Ministério da Educação e especialistas vai discutir mudanças no ensino médio, etapa em que o desempenho dos alunos brasileiros ficou estagnado no período 2009-2011, segundo dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Durante reunião na manhã desta terça-feira, 21, em Brasília, o ministro Aloizio Mercadante ouviu a opinião dos gestores estaduais sobre a redução do número de disciplinas, expansão das escolas de tempo integral e uso de ferramentas tecnológicas como formas de estimular os estudantes e melhorar a qualidade do ensino médio.

Participarão do GT observadores da Academia Brasileira de Ciências e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). O grupo deve apresentar o resultado das discussões na próxima reunião do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), no dia 18 de outubro, em Santa Catarina.

Na reunião, Mercadante apresentou os dados do Ideb e destacou o desempenho das escolas do ensino médio. Ele informou aos secretários que a Prova Brasil deixará de ser aplicada para este nível de ensino – o Enem passará a ser utilizado como instrumento de avaliação da qualidade do ensino e aprendizado. Os secretários, por sua vez, dividiram experiências desenvolvidas em seus Estados.

“O consenso foi para que possamos evoluir no sentido de um ensino médio de tempo integral”, afirma o secretário de Educação de Santa Catarina, Eduardo Deschamps. Quanto à proposta de mudanças no currículo, medidas mais concretas não foram anunciadas. De acordo com o secretário de Educação de Pernambuco, Anderson Gomes, as mudanças nas disciplinas oferecidas no ensino médio ainda não foram decididas. “A adaptação da grade curricular não significa redução de horas-aula, é adaptar o currículo à realidade do aluno do século 21″, diz Gomes.

O secretário de Educação de Goiás, Thiago Peixoto, vai na mesma direção. Para ele, a diminuição do número de disciplinas do ensino médio “não é uma mudança simples”. “Ela envolve professores contratados para disciplinas que podem ser reduzidas, qualificação de docentes e demandaria uma ampla discussão no Conselho Nacional de Educação (CNE)”, diz. “Não é algo que você consiga fazer rápido.”

Na reunião, Peixoto sugeriu ao ministro a redução do conteúdo trabalhado no ensino médio. “O MEC teria condições de fazer isso definindo um currículo de referência. É algo muito discutido, mas na prática não está pronto”, afirma. “A ideia sofre resistências. Há quem diga, por exemplo, que os professores perderiam autonomia.”

A secretária de Educação de Minas, Ana Lúcia Gazzola, diz não acreditar num “currículo mínimo” para todas as redes. “O CNE tem de estabelecer diretrizes gerais. As expectativas de aprendizagem não devem ser transcritas em disciplinas senão enrijece tudo e não vamos ter flexibilidade para trabalhar.”

Tecnologia. Mercadante também ouviu dos secretários ideias para o uso de tablets pelos professores das escolas públicas de ensino médio. O ministério comprou 600 mil aparelhos, que estarão conectados às lousas digitais que a pasta já distribuiu. A ideia é permitir que os docentes tenham mais acesso a fontes variadas de informação e a recursos pedagógicos como livros didáticos em PDF, programas de aula, videoaulas, jogos educativos, entre outros.

Fonte: Estadão


Criado em: 21 ago 2012 | Tags:
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Órgão que faz SAT conhecerá experiência do Enem

Representantes do College Board e do Inep vão se reunir nesta 4ª em Brasília.

Técnicos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) vão apresentar o Enem a representantes do College Board. A instituição norte-americana é responsável pelo Scholastic Assessment Test (SAT), exame aceito por praticamente todas as universidades dos EUA, que avalia as competências necessárias ao estudante para o ingresso na vida acadêmica.

O encontro será nesta quarta-feira, 22, das 9h às 17h, no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio, em Brasília. O objetivo do evento, que discutirá os processos de admissão ao ensino superior no Brasil e nos EUA, é trocar experiências.

O contato entre o Inep e o College Board começou em abril, quando o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa, se reuniu, em Washington, com representantes da entidade norte-americana, durante o seminário Brazil-US Partnership for the 21st Century, promovido pela Câmara de Comércio americana, como parte da agenda da presidente Dilma Rousseff no país.

Aplicado em mais de 170 países, o SAT tem questões de múltipla escolha de leitura crítica e matemática e uma redação. Cada seção tem uma escala de pontuação de 200 a 800. O exame foi aplicado pela primeira vez em 1926. Hoje, o teste tem sete edições ao ano.

A diretora executiva do College Board, Judith Hegedus, virá a Brasília acompanhada do diretor do SAT, Steve Kotten, e da diretora internacional Julie Linn. Também estarão presentes ao evento os presidentes do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Ricardo Motta, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Carlos Maneschy, e da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Gabriel Mário Rodrigues; o vice-presidente da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), Marcelo Ferreira Lourenço; e o representante da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), Carlos Alberto Silva.

Fonte: Estadão


Criado em: 21 ago 2012 | Tags:
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