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Estudantes de 31 escolas goianas participam de avaliação internacional (PISA)

Provas vão aferir o aprendizado dos alunos participantes

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por meio do Núcleo de Orientação Pedagógica, aplicou, em 31 escolas goianas, as provas do Programa Internacional de Avaliação do Estudante (Pisa), desenvolvido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ao todo, 974 estudantes que nasceram em 1996 fizeram as provas de Ciências, Matemática e Leitura. O objetivo do programa é medir o aprendizado de alunos que estão concluindo a educação básica em 63 países.

Nesta edição, o principal foco foi em Matemática. Realizado a cada três anos, o Pisa é promovido por meio de um consórcio internacional, contratado pela OCDE. A Secretaria de Educação coordenou a logística para a aplicação das avaliações do programa em Goiás. O trabalho contou com o envolvimento de 22 profissionais da área pedagógica. Na última quarta-feira (30/5) foi encerrada a remessa do material para o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd – UFJF), responsável por aplicá-las em todo o país.

Ao todo, estudantes de 635 escolas brasileiras, de todas as unidades federativas, estão envolvidas no programa. Elas foram indicadas pelo consórcio internacional com base no Censo Escolar de 2010. Cada unidade participa com até 35 alunos. A avaliação é feita por amostragem. A avaliação do Pisa é padronizada, ou seja, estudantes de diversas partes do mundo fazem a mesma avaliação, com a mesma metodologia de aplicação.

Além das provas escritas, algumas escolas são sorteadas para aplicarem, também, avaliações eletrônicas. Nesse caso, 18 dos 35 alunos de cada unidade de ensino respondem a uma prova de leitura e resolução de problemas no computador. No estado de Goiás, entre as escolas selecionadas, oito ofereceram a modalidade de prova eletrônica. Dessas unidades, quatro são estaduais, duas municipais e duas particulares.

Os resultados desta avaliação são importantes para que possamos avaliar nosso sistema educacional, comparativamente aos de outros países, bem como para propor políticas públicas que objetivem a melhoria da Educação Básica brasileira.

Fonte: Secretaria de Educação do Estado de Goiás


Criado em: 31 mai 2012 | Categoria: Notícias |

Relator inclui educação especial e escolas para surdos no PNE

Vanhoni continua a apresentar alterações nesta quarta, quando vai abordar a meta de investimento na Educação. O texto final deve ser votado no dia 12 de junho.

A inclusão da escola especial e da escola bilíngue para surdos no novo Plano Nacional de Educação (PNE) – PL 8035/10  – foi comemorada pelos representantes do setor que lotaram hoje o plenário onde estava sendo discutido o texto final do relator da comissão especial destinada a analisar a proposta, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR).

O texto do PNE enviado pelo governo contemplava apenas a inclusão de pessoas com deficiência nas escolas, e não citava as duas formas específicas de educação. De um lado, surdos reivindicavam escolas em que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) seja a língua principal, e por outro lado associações que lidam com educação especial, como as Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), defendiam uma educação para quem precisa de currículo específico.

“No começo o governo só queria falar de inclusão, mas souberam negociar e atender esses movimentos que se organizaram e foram os mais atuantes na discussão do PNE”, avaliou o presidente da comissão, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES).

O relator apresentou uma modificação à Meta 4 do texto, sobre educação para pessoas com deficiência. As mudanças colocam como meta a inclusão de alunos que tenham dificuldades de aprendizagem ou alguma deficiência, mas não deixa de fora as escolas especiais. Quanto às bilíngues, são escolas com currículo normal, e, pelo novo texto, sua expansão deve fazer parte das metas do PNE.

Para o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), ligado ao movimento de Apaes (que organiza escolas para alunos com deficiência), o texto apresentado contempla as reivindicações, e garante a continuidade da educação especial. “Defendemos a escola normal e a escola especial, não há competição, no entanto, nossa vivência mostra que existe um grupo que precisa de um currículo adaptado para suas necessidades, sem necessariamente ter sucesso acadêmico, mas de convivência”, disse.

Para a diretora de política educacional da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos, Patrícia Rezende, que é surda e militante, o texto apresentado pelo relator torna possível a existência das escolas bilíngues, inclusive com tradutores de libras e professores surdos, de forma que essa seja a principal língua utilizada pelos alunos. “Isso não estava claro no PNE, e foi uma vitória para nós”, sinalizou.

Patrícia também frisou que as escolas bilíngues podem ser inclusivas. Crianças que ouvem podem se matricular, desde que tenham conhecimento em libras, e façam as aulas nessa língua. “Meus filhos são ouvintes, mas são fluentes em libras, se eles quiserem estudar lá, podem”, completou.

Gastos com Educação
O relator apresentou hoje outras alterações, que devem continuar amanhã, em busca de um acordo para aprovar o texto na comissão. As mudanças são fruto de 155 destaques, que são mudanças específicas pedidas por deputados no relatório, e que poderiam ser votadas uma a uma.

Entre outras alterações, o texto deixa claro que a meta de gastos com Educação pode ser revista por meio de um projeto de lei.

A meta, no entanto, não foi alterada. No texto, o relator propõe 7,5% do PIB em investimento direto do setor público em Educação, a ser implementado nos próximos dez anos, enquanto este plano estiver em vigência. Alguns deputados, principalmente da oposição, querem que o investimento seja de 10% do PIB.

Atualmente o investimento está em 5% do PIB, e o crescimento dos últimos anos, entre 0,1% e 0,2%, fecharia a mesma conta. Com esse argumento, o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, insiste em 10%. “Vamos ter de dar preferência a algumas metas, não há recursos para todas”, disse.

Nas contas do movimento, cada 0,5% do PIB representa 20 bilhões em recursos para o setor. A proposta original falava em 7% e, segundo Cara, até a tramitação final da proposta, que ainda vai passar pelo Plenário e pelo Senado, o governo já sinaliza que aceitaria 8%, nem uma fração a mais.

Meta de financiamento da educação divide até a base aliada, afirma deputado

Votação
Segundo Lelo Coimbra, a votação do novo parecer de Vanhoni – uma complementação de voto – deverá ocorrer no dia 12 na comissão.

O presidente da Câmara, Marco Maia, disse nesta terça-feira que o PNE deverá ser votado pelo Plenário assim que a pauta for liberada. “A votação do PNE é uma prioridade da Câmara. Na primeira oportunidade, o projeto será votado”, disse Maia.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


Criado em: 30 mai 2012 | Tags:
Categoria: Notícias |

Banco Mundial emprestará US$ 130 milhões ao Recife para projetos educativos

O Banco Mundial (BM) anunciou nesta terça-feira um empréstimo de 130 milhões de dólares (cerca de R$ 260 milhões) para ampliar o acesso à escolaridade da primeira infância no Recife.

Além da reforma de creches e de centros escolares, o empréstimo apoiará a criação de um novo programa escolar, a formação de professores e a melhoria da gestão municipal das escolas, explicou a instituição no comunicado.

Cerca de 46 mil crianças, de idades entre zero e cinco anos, estão em creches no Recife, mas apenas 34% têm vaga nos centros públicos municipais, por causa da falta de investimentos, detalhou o texto.

Fonte: Terra


Criado em: 30 mai 2012 | Categoria: Notícias |

Britânicos querem que escolas ensinem alunos a gostar do corpo

Deputados britânicos propuseram a introdução de aulas de imagem e expressão corporal nas escolas para combater o problema da crescente insatisfação com o corpo no país. O grupo All Party Parlamentary, que reúne parlamentares de todos as agremiações políticas, fez a recomendação após conduzir estudo no qual constatou que duas em cada três pessoas no Reino Unido não está feliz com seu corpo.

O estudo, “The Reflections on Body Image” (“Reflexões sobre a Imagem do Corpo”, em português), divulgado em conjunto pelos deputados e pelo YMCA (Associação Cristã de Moços), revelou que a imagem corporal é a principal preocupação de um em cada cinco meninos e uma em cada três meninas de 10 anos – que afirmaram ser esta a maior causa de bullying nas escolas.

Ele indicou também que meninas tão jovens quanto cinco anos de idade já se preocupam com a aparência, enquanto taxas de cirurgias plásticas cosméticas aumentaram quase 20% no país desde 2008.

Para especialistas, o bombardeamento de imagens de corpos “perfeitos” através da mídia seria um dos principais responsáveis pela falta de autoestima na população. Eles dizem também que o ideal de beleza propagado pela mídia – com ajuda da chamada “cultura das celebridades” – só é correspondido por cerca de 5% da população.

Toda a sociedade
Insatisfação com o corpo, o relatório mostrou, é um problema que afeta toda a sociedade, independentemente da idade, gênero, sexualidade, etnia, tamanho ou forma do corpo. O problema foi identificado como fator-chave para a ocorrência de problemas de relacionamento e baixa autoestima, assim como para bloqueios na progressão escolar e no trabalho.

No entanto, os jovens e as crianças foram consideradas particularmente vulneráveis à ansiedade sobre seus corpos. Embora as evidências sugiram que as preocupações sejam inicialmente emanadas pelos pais, no ensino secundário são os colegas de escola a maior influência.

Dietas para perda de peso são adotadas por cerca de metade das meninas e até um terço dos meninos.

Em resposta às conclusões, os membros da indústria dos dietéticos admitiram ao grupo parlamentar que as pessoas tinham “expectativas irreais” sobre perda de peso.

Os transtornos alimentares
O inquérito – que ouviu acadêmicos, instituições de caridade, peritos públicos e outros – também revelou que: Acabar de vez com dietas pode reduzir em 70% os casos de transtornos alimentares no país Mais de 95% das pessoas que fizeram dieta recuperam o peso perdido, 1,6 milhão de pessoas no Reino Unido convivem com transtornos alimentares. Até um em cada cinco pacientes de cirurgia plástica poderia sofrer de transtorno dismórfico corporal.

Um em cada três homens admitiria sacrificar um ano de vida para alcançar o seu corpo ideal. Um em cada cinco pessoas foram vítimas (de bullying) por causa de seu peso. A presidente do All Party Parlamentary, deputada Jo Swinson, disse que a insatisfação com a imagem corporal no Reino Unido tinha “chegado ao ponto mais alto.”

“A pressão para se adequar a um ideal inatingível corpo está causando estragos na autoestima de muitas pessoas.”

A chefe-executiva da YMCA, Rosi Prescott, também disse que havia algo “muito errado na sociedade quando as crianças de cinco anos de idade estão preocupados com sua aparência, com base nas mensagens que estão vendo redor delas”.

Ela acrescentou que é responsabilidade de toda a sociedade promover uma mudança coletiva quanto a imagem corporal, a fim de “evitar danos às gerações futuras”.

Fonte: Terra


Criado em: 30 mai 2012 | Categoria: Notícias |

Começa hoje a votação do Plano Nacional de Educação

Começa hoje a votação do Plano Nacional de Educação (PL 8035/10) na comissão especial destinada a analisar a proposta. O projeto está em análise na Câmara desde o final de 2010 e define diretrizes para a educação brasileira na próxima década. A votação está marcada para as 14h30, no Plenário 10.

Estão em jogo metas para todos os níveis de ensino, da creche à pós-graduação, os indicadores de qualidade da educação, as perspectivas de aumento da remuneração dos professores e de qualificação do corpo docente, os critérios para o ensino de jovens portadores de necessidades especiais, entre outros pontos.

O item mais polêmico da proposta é a meta que define o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) do País a ser aplicado no setor. Hoje, União, estados e municípios aplicam, juntos, cerca de 5% do PIB na área. A proposta inicial do governo era ampliar esse percentual para 7% ao longo dos próximos dez anos.

O relator, Angelo Vanhoni (PT-PR), chegou a sugerir o aumento do investimento direto para cerca de 7,5%, mas deputados e integrantes de movimentos sociais pedem pelo menos 10%.

Meta de financiamento da educação divide até a base aliada, afirma deputado

Essa disputa pode levar o debate sobre o PNE ao Plenário da Câmara. Isso porque a proposta tramita de forma conclusiva, ou seja, pode ser aprovada pela comissão especial e seguir diretamente ao Senado. No entanto, caso 52 deputados assinem um recurso, a proposta poderá ser votada no Plenário.

Segundo o presidente da comissão especial, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), já há um documento com esse objetivo que reúne cerca de 280 assinaturas. A apresentação do recurso depende, portanto, do resultado da votação no colegiado.

A previsão é que o processo de votação na comissão siga até o dia 13 de junho, entre a análise do relatório do Vanhoni, dos possíveis votos em separado e dos destaques ao texto. Mais de 130 destaques já foram apresentados.

Outros temas
Além do debate sobre o financiamento da educação, Lelo Coimbra prevê ainda outros temas polêmicos. Um deles é inclusão do piso salarial dos professores na proposta do PNE. O texto inicial previa apenas a aproximação do rendimento do magistério ao salário de outros profissionais de nível de escolaridade equivalente. O relatório de Vanhoni garante a equiparação desses rendimentos até o final da vigência do PNE, mas os deputados ligados ao setor querem mais.

A ideia é que a garantia de pagamento do piso salarial nacional da categoria entre na nova lei. O piso, hoje fixado em R$ 1.451 por 40 horas semanais, não é pago em diversas localidades, apesar de ter sido aprovado pelo Congresso e confirmado em decisão do Supremo Tribunal Federal. Estados e municípios alegam que não têm recursos para cumprir a regra.

A lei do piso (11.738/08) prevê a complementação dos recursos pela União caso os entes comprovem que não têm condições de arcar com a despesa. O problema é que prefeitos e governadores reclamam da burocracia para conseguir esses valores. “Essa indefinição levou à greve de professores em 13 estados este ano”, lembrou Lelo Coimbra.

Deputados ligados à área pedem a inclusão na lei do PNE do compromisso de complementação de verbas pela União. Hoje, a proposta fala somente da criação de um fórum para acompanhamento da progressão do valor do piso.

Segundo o presidente da comissão especial, também deve haver divergências sobre as regras de eleição de diretores nas escolas. A ideia seria definir critérios básicos para que os candidatos ao cargo possam se inscrever, como escolaridade mínima e qualificação na área. “Esses e outros temas devem provocar debates, mas todos são negociáveis. O problema está mesmo é na meta de financiamento do setor”, disse Coimbra.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


Criado em: 29 mai 2012 | Categoria: Notícias |

Escola de tempo integral será tema de seminário em Brasília

A escola pública de tempo integral, em que os alunos passam a ter uma jornada diária de sete horas, será tema de discussão entre especialistas educacionais, nesta terça-feira, 29, até quinta-feira, 31, em Brasília. A abertura do IV Seminário Nacional de Educação Integral: Contribuições do Programa Mais Educação será no Hotel Nacional, às 9h30. O secretário de educação básica do MEC, César Callegari, estará presente.

O número de escolas públicas participantes do Mais Educação chegará a 30 mil unidades até o final de 2012. Atualmente, o programa criado em 2008 pelo Ministério da Educação já é realidade em 15 mil escolas brasileiras, com 2,8 milhões de alunos beneficiados. Neste ano, a seleção das novas unidades que terão a jornada escolar ampliada priorizará 5 mil escolas da zona rural e também as que têm alunos do programa Bolsa Família.

Os desafios da educação integral, incluindo a definição de um currículo da educação básica adequado a essa nova escola, estarão entre os temas em discussão. Serão apresentados exemplos de escolas que conseguiram melhorar o desempenho de alunos e reduzir a repetência e a evasão escolar graças aos projetos criados pelo Mais Educação.

Na quarta-feira, grupos de trabalho serão formados para avaliar o dia a dia do Mais Educação nas escolas públicas, que abordarão temáticas como o ensino de matemática, a alfabetização e a educação no campo. Outro tema em discussão é a possibilidade de trajetórias diferenciadas aos jovens de 15 a 17 anos a partir do Mais Educação.

As escolas que participam do programa podem incluir em seus projetos pedagógicos atividades culturais, artísticas e esportivas, além de práticas de educação ambiental, direitos humanos, promoção da saúde, comunicação e uso de mídias, investigação no campo das ciências da natureza, cultura digital, educação econômica. Além disso, todas as escolas devem oferecer, obrigatoriamente, acompanhamento pedagógico complementar.

As escolas selecionadas para o Mais Educação recebem recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-Escola). A meta do programa é chegar a 60 mil escolas até 2014. “Vivemos num país com muita desigualdade social e a ampliação da jornada escolar pode fazer diferença para uma inserção mais qualificada dessas crianças no universo de ciência, tecnologia, de cultura e de esportes”, afirma Jaqueline Moll, diretora de currículos e educação integral da Secretaria de Educação Básica do MEC.

Fonte: MEC


Criado em: 29 mai 2012 | Tags:
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Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica começa nesta segunda-feira, em Florianópolis

A partir desta segunda-feira, 28, a cidade de Florianópolis sediará o 2° Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participará da abertura oficial do evento, às 19 horas.

Artistas locais farão apresentações durante e após a abertura. O Hino Nacional será executado pelo Quarteto de Cordas da Camerata Florianópolis. Estudantes, professores, pesquisadores e trabalhadores brasileiros e estrangeiros compõem o público-alvo do evento.

Com o tema Democratização, Emancipação e Sustentabilidade, o fórum se estenderá até sexta-feira, 1° de junho. Até lá, ocorrerão nove debates, três grandes conferências e quatro observatórios. Na terça-feira, 29, o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Marco Antonio de Oliveira, fará palestra sobre as políticas de educação profissional e tecnológica no Brasil, com foco no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Representantes dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, entre outros órgãos governamentais, participarão das discussões. Os palestrantes e debatedores virão também de países como Portugal, Inglaterra, Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Colômbia, México, Espanha e Chile.

Antes mesmo de começar, o fórum já revela recordes. O número de inscritos é superior a 20 mil pessoas. Mais de 160 instituições participam do comitê organizador do evento, que tem a secretaria-executiva no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina.

Entre esta terça-feira, 29, e a quinta, 31, serão expostos 2.664 pôsteres sobre o tema do encontro. Também ocorrerão 180 atividades autogestionadas e 150 culturais – shows encerrarão o fórum diariamente. Dentre as atrações, outros destaques são a feira gastronômica, com 13 expositores e 37 oficinas de culinária regional, a feira de economia solidária e a mostra de inovação tecnológica.

Fórum – O Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica é um encontro temático, vinculado ao Fórum Mundial de Educação. A primeira edição do evento foi realizada em 2009, em Brasília, com o tema Educação, Desenvolvimento e Inclusão. A capital federal recebeu 15 mil representantes de 16 países em debates sobre a formação do cidadão para o mundo do trabalho.

Assessoria de Comunicação Social

Confira a programação do fórum

Fonte: MEC


Criado em: 28 mai 2012 | Tags:
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Escolas da rede estadual de Alagoas participam de provas do Programa Internacional para Avaliação de Alunos

Ademir Oliveira ressalta amplitude da avaliação

Testes foram aplicados até sexta-feira (25/05) em 30 escolas particulares e públicas de Alagoas.

Até a última semana, 30 escolas públicas e particulares de Alagoas participaram de provas escritas e eletrônicas do Programa Internacional para Avaliação de Alunos (Pisa). A avaliação é direcionada a estudantes com 15 anos matriculados no 7º, 8º e 9º ano do Ensino Fundamental ou em uma das séries do Ensino Médio.

O Pisa foi criado no ano 2000, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), para avaliar as competências básicas de estudantes dos países membros e de países convidados, a exemplo do Brasil.

Realizado de três em três anos, o Pisa foi pensado com o objetivo de produzir indicadores que contribuam, dentro e fora dos países participantes, para a discussão da qualidade da Educação Básica ministrada pelas escolas. A partir da avaliação, o programa vai ajudar a subsidiar políticas nacionais de melhoria da educação.

A avaliação visa mostrar em que medida os estudantes que se aproximam do final da educação obrigatória adquiriram alguns dos conhecimentos e habilidades essenciais para o desenvolvimento de atividades cotidianas. Os testes também avaliam a capacidade do estudante de ler e compreender textos digitais e de resolver problemas apresentados em formato digital, refletindo a importância da tecnologia de informação e computação nas sociedades moderna.

A adesão das instituições de ensino à iniciativa é espontânea e a seleção das escolas é feita por meio de um convênio internacional, sob a responsabilidade da Coordenação do Pisa.O técnico pedagógico da Gerência de Avaliação da Secretaria de Estado da Educação, Ademir Oliveira, foi designado para atuar como coordenador estadual do Pisa 2012.

“O programa não mede apenas o conhecimento teórico, aquele que é usado em sala de aula. Ele vai além disso, avalia de que forma os conteúdos são utilizados na prática, no dia a dia desses jovens, seja no trabalho ou na vida social”, enfatiza o coordenador.

Fonte: Secretaria de Estado da Educação e do Esporte de Alagoas – Texto: Ascom SEE – Foto: Valdir Rocha


Criado em: 28 mai 2012 | Tags:
Categoria: Notícias |

Secretaria da Educação cria comissão para incentivar pesquisa científica nas escolas

Ana Damasceno e Nitecy Gonçalves são gestoras da ação

Iniciativa também faz parte das ações do Programa Alagoas Tem Pressa.

Com o intuito de incentivar a pesquisa científica nas escolas de ensino médio da rede estadual de ensino, a Secretaria de Estado da Educação (SEE/AL) criou uma comissão que vai acompanhar e monitorar as ações dos professores engajados no projeto. A iniciativa é fruto de uma parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e com a Secretaria de Estado da Ciência e da Tecnologia (SECTI/AL). A pesquisa científica nas escolas do ensino médio também faz parte das ações estratégicas do Programa Alagoas Tem Pressa voltadas à Educação.

Entre outras atribuições, a comissão vai acompanhar e monitorar os projetos de pesquisa nas escolas durantes doze meses, conhecer e aprovar os currículos e planos de trabalho dos docentes que ministrarão o curso de formação, bem como daqueles que desenvolverão as pesquisas e  acompanhar os relatórios de atividades da pesquisa.

O primeiro momento da ação vai capacitar mais de 500 professores com um curso sobre técnicas e métodos de elaboração de projetos científicos. Em seguida, será aberto um edital para que os docentes apresentem seus projetos, quando serão selecionadas 60 propostas que apresentem um estudo relacionado aos temas sugeridos.

Critérios - Cada escola será contemplada com até dois projetos de pesquisa, que devem contar com a participação de três professores. Docentes de instituições de ensino superior vão auxiliar na orientação das pesquisas. Os estudos precisam estar relacionados aos seguintes temas: Ensino Médio noturno e profissionalizante; Cultura, Arte e Diversidade no Currículo; Meio Ambiente; Saúde e Esporte e Mídia nas Práticas de Aprendizagem.

Para desenvolver a pesquisa nas escolas, cada professor vai receber um incentivo financeiro oriundo dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Alagoas tem Pressa- A ação faz parte do programa Alagoas tem Pressa  (que reúne as metas para o desenvolvimento de Alagoas até 2014) e integra o macroprojeto de ampliação da cobertura e dos padrões de desempenho do Ensino Médio. Responsáveis pela ação, Ana Damasceno e Nitecy Gonçalves afirmam que a implementação de projetos científicos nas escolas do Ensino Médio no Estado de Alagoas é um importante instrumento na construção do conhecimento específico de aprendizagem do aluno e do professor.

“Essa união entre escolas do Ensino Médio e Universidade é enriquecedora. A pesquisa faz parte da prática escolar e a pesquisa científica é mais um meio de promoção à educação continuada de professores e alunos”, comenta a técnica pedagógica da Gerência de Ensino Médio da SEE/AL, Nitecy Gonçalves.

Fonte: Secretaria de Estado da Educação e do Esporte de Alagoas – Texto: Ascom SEE – Foto: Valdir Rocha


Criado em: 28 mai 2012 | Categoria: Notícias |

Servidores escolares iniciam formação técnica a distância

Aproximadamente sete mil servidores escolares iniciaram na segunda-feira, 21, as aulas de ensino técnico a distância por meio do Programa de Formação Inicial em Serviço dos Profissionais da Educação Básica dos Sistemas de Ensino Público (Profuncionário). Até o fim deste ano, devem ser oferecidas mais de 66 mil vagas em todo o país.

A aula inaugural foi transmitida via satélite, de Curitiba, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná. Também integraram a rede, durante a transmissão, os institutos federais de Rondônia, Sul-Rio-Grandense, Baiano e do Norte de Minas, além de representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação.

A formação ocorre nas áreas de alimentação escolar, multimeios didáticos, secretaria escolar e infraestrutura escolar. Os cursos, previstos no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, fazem parte do eixo tecnológico de apoio educacional da publicação e têm carga horária de 1,2 mil horas.

De Porto Velho, via satélite, o professor Raimundo Vicente Jimenez, reitor do Instituto Federal de Rondônia, participou ao vivo da aula inaugural. Ele revelou que, somente no estado, serão mil alunos em seis polos. “Os servidores que atuam nas escolas também fazem parte do processo educativo”, disse. “A partir desses cursos, eles estarão, certamente, mais preparados e motivados.”

Os servidores escolares interessados em participar de cursos do Profuncionário têm de preencher requisitos como pertencer ao quadro efetivo estadual ou municipal, estar em efetivo exercício na escola e comprovar ensino médio completo, além de desempenhar função relacionada ao curso que pretende fazer. Aquele que atender aos requisitos pode entrar em contato com a secretaria municipal ou estadual de educação à qual é vinculado. À secretaria caberá encaminhar o servidor aos institutos federais que oferecerão os cursos.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Instituto Federal do Paraná

Fonte: MEC


Criado em: 25 mai 2012 | Categoria: Notícias |