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CAEd capacita multiplicadores do Mato Grosso do Sul

Oficina no estado reuniu 63 participantes para estudo e compreensão dos resultados do SAEMS.

Aconteceu, nos dias 24 e 25, a oficina de apropriação dos resultados de 2011 do Sistema de Avaliação da Educação Básica do Estado de Mato Grosso do Sul (SAEMS), em parceria entre o CAEd e a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul (SED-MS).

Os 63 participantes puderam discutir conceitos de avaliação educacional em larga escala, estudar os itens dos testes de proficiência de alfabetização, Língua Portuguesa e Matemática, as matrizes de referência às quais eles se referem, e também conversar sobre os resultados do estado, a fim de reproduzir esse conteúdo entre os professores da rede.

A analista de instrumentos de avaliação do CAEd Roberta Fulco, uma das responsáveis pela oficina de Língua Portuguesa, considera a participação dos multiplicadores fundamental. “Sem os multiplicadores, não existe o estudo dos resultados. E é através desse estudo que podem ser feitas análises consistentes e o planejamento de ações para modificar positivamente o quadro educacional do estado”.

A oficina, que teve duração total de 16 horas, aconteceu nas sedes da Escola Estadual Hércules Maymone e nas salas da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), ambas em Campo Grande – MS.  Para Roberta, o saldo do evento foi positivo. “A oficina foi muito proveitosa, porque eles participaram e interagiram muito. No Mato Grosso do Sul, eles já têm um conhecimento prévio sobre avaliação em larga escala. Isso facilita o trabalho da gente e amplia as possibilidades de discussão”, avalia.


Criado em: 30 abr 2012 | Tags:
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CAEd realiza treinamento de capacitação para PISA

Na última sexta-feira, dia 13, foi realizado no Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação – CAEd/UFJF o treinamento para as avaliações do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) do ano de 2012. O evento contou com a participação de coordenadores estaduais, e seus respectivos apoios, de todos os estados do Brasil. Ministrado pelos representantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), João Bachetto Galvão e Kátia Pedroza, o evento foi estruturado em duas etapas. A primeira delas aconteceu no anfiteatro do Instituto de Ciências Humanas (ICH) da UFJF e a segunda foi realizada no CAEd, unidade Dom Orione/ Juiz de Fora.

O PISA será realizado no mês de maio e envolve em seu programa mais de 60 países. O programa tem caráter amostral e é considerada a maior pesquisa internacional em educação. Participam desse programa estudantes nascidos em 1996, os quais são avaliados nos seguintes quesitos: o preparo para a vida adulta e o letramento em Matemática, Ciências, Resolução de problemas e Leitura. Os resultados dessa avaliação indicam, entre outras questões, o desempenho dos estudantes das escolas públicas. Além disso, os resultados também identificam as áreas que necessitam de melhorias no sistema de educação de cada país. Em suma, o programa tem a pretensão de avaliar a qualidade da educação dos países participantes.

Os materiais e avaliações do PISA são produzidos pelo INEP, porém o CAEd é responsável pela operacionalização  da aplicação e correção dos testes. O CAEd oferece toda a estrutura para a realização dos treinamentos, a fim de que os coordenadores participantes assumam caráter multiplicador, disseminando as informações básicas e necessárias para os aplicadores dos testes em seus estados. É disponibilizado um coordenador regional/CAEd para dar suporte a um grupo de estados, viabilizando a comunicação direta com os coordenadores estaduais e visando o sucesso na realização do PISA 2012. De acordo com Lulude Furiati, Coordenadora de Operações de Campo (COA), o treinamento é de grande importância, uma vez que “objetiva a padronização dos procedimentos de aplicação dos testes, para que os mesmo aconteçam em condições de igualdade para todos”.

Para realização dos testes, são selecionadas por amostragem algumas escolas de cada estado e, da mesma forma, alguns estudantes de cada escola. Cada turma participante é formada por no máximo 35 estudantes. O PISA é composto de Avaliação em Papel, Avaliação em Computador, Questionário do Aluno e Questionário da Escola.

Para mais detalhes sobre o PISA, basta acessar o site  www.pisa.oecd.org.


Criado em: 19 abr 2012 | Tags: , ,
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“Goiás avança ao realizar avaliações na Educação”, diz especialista

Professor da UFJF ministrou palestra sobre uso pedagógico dos resultados do Saego

Coordenador de Análise e Publicações do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e professor desta instituição, Wagner Silveira foi o principal palestrante convidado para o seminário realizado pela Secretaria de Estado da Educação – em parceria com o CaEd – sobre “O uso pedagógico dos resultados do Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás (Saego)”.

Logo de início, Wagner Silveira lembrou que “ninguém gosta de ser avaliado, muito menos a escola”, e que é muito recente a cultura de avaliação da educação no Brasil. “Só no início da década de 90 o Brasil resolveu se avaliar”, disse ele. Em seguida, se justificou: até então a discussão era muito mais sobre a acessibilidade do que sobre a qualidade da educação.

Wagner destacou ainda que atualmente, muitas das informações de domínio público relacionadas à educação parecem óbvias, mas que só se tornaram conhecidas depois de ter sido executado um processo de avaliação, responsável por originar conclusões que permitem definição de ações, estabelecimento de estratégias e diretrizes, mudança de rumo, etc.

O professor da UFJF apresentou três motivos para se aplicar avaliações nas escolas: 1) jurídico, pois a própria LDB diz que é dever do estado avaliar e divulgar as avaliações – sem falar na Constituição Brasileira de 1988; 2) político, já que a avaliação é um instrumento democrático de prestação de contas do estado para a sociedade; e 3) técnico-científico e pedagógico, por produzir informações importantes e necessárias à gestão escolar. “Há muitos outros motivos, mas esses são suficientes para indicar o quanto o estado de Goiás está avançando”, disse o técnico do CAEd.

Segundo ele, avaliar é, antes de tudo, “quebrar paradigmas”: “É preciso inovar na maneira de dar aulas, de ver a escola, os alunos. O clima escolar é uma das variáveis que vem, aos poucos, merecendo a atenção de avaliadores no mundo inteiro”.

Wagner Silveira explicou ainda que as avaliações internas e externas num sistema educacional se completam independentemente do tipo de avaliação; seja avaliação diagnóstica, aplicada antes de se definir uma política de trabalho; a formativa, aplicada ao longo do processo; e a somativa, aplicada no final para saber se a política deu certo.

Fonte: Secretaria de Educação do Estado de Goiás


Criado em: 18 abr 2012 | Tags:
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Secretaria de Educação do Estado de Goiás realiza formação para uso pedagógico dos resultados de avaliações

Encontro conta com participação de técnicos do CAEd.

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) realizam seminário para orientação do uso pedagógico dos resultados do Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás (Saego). Subsecretários regionais de Educação, diretores de núcleos pedagógicos das subsecretarias, tutores pedagógicos, professores formadores e técnicos das superintendências poderão fazer uma análise conjunta dos resultados – que, ao lado das avaliações diagnósticas, compõem o Saego – e, assim, definirem as ações depois de se apropriarem dos dados.

Com o Saego, todos terão muito mais subsídios para o planejamento pedagógico. Inclusive o governo do Estado que, por meio da Secretaria da Educação, vai definir ainda com mais rapidez e precisão as iniciativas necessárias para garantir melhor qualidade do ensino e aprendizagem nas escolas estaduais. A Prova Goiás (a avaliação externa do Saego) será aplicada anualmente.

O seminário foi aberto nesta terça-feira, 10, pelo chefe do Núcleo de Orientação Pedagógica da Seduc, Raph Gomes, e pelo coordenador de Análise e Publicações do CAEd, Wagner Silveira Resende, que também fez uma palestra. Raph Gomes destacou a relevância das avaliações no contexto das mudanças na educação em Goiás e reforçou a necessidade de que os resultados sejam utilizados estritamente para fins pedagógicos.

Segundo o chefe de núcleo, uma média de proficiência, analisada isoladamente, não diz muito de uma escola. “É preciso analisar os diferentes aspectos, observando a distribuição dos alunos na escala de proficiência, entre outras variáveis, para entender o que se passa em cada unidade de ensino”, ponderou.

A Prova Goiás foi aplicada no dia 23 de novembro do ano passado e contemplou todas as turmas de 2º, 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e também os alunos da 3ª série do Ensino Médio. No total, mais de 136 mil estudantes das escolas estaduais fizeram as provas de Língua Portuguesa e de Matemática.

O resultado obtido pelas provas é complexo e exige uma avaliação apurada. Não há referências para comparações, pois se trata do primeiro Saego.

Seis aspectos foram considerados para os resultados: 1) proficiência média, 2) participação, 3) distribuição do percentual de alunos por padrão de desempenho, 4) percentual de alunos por nível de proficiência e padrão de desempenho, 5) percentual de acerto por descritor e 6) resultado por aluno. Não há como considerar os resultados de proficiência isoladamente. Por isso a importância da realização deste seminário junto com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), parceira da Seduc neste importante programa.

Fonte: Secretaria de Educação do Estado de Goiás

 


Criado em: 12 abr 2012 | Categoria: Notícias |

Governo de Minas divulga resultados do programa de avaliação de desempenho dos alunos da rede estadual

Série histórica demonstra tendência de elevação da proficiência média dos estudantes do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio

Os resultados da última edição (2011) do Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb) revelaram uma pequena redução nos índices de proficiência média em Língua Portuguesa e Matemática para os níveis avaliados. Apesar da retração, os dados da série histórica – a metodologia de avaliação do Proeb foi consolidada em Minas Gerais a partir de 2006 – demonstram tendência de elevação da proficiência dos alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio em Língua Portuguesa e Matemática.

Comparados com os resultados do Proeb 2010, houve redução dos índices de proficiência média em Língua Portuguesa e em Matemática da rede estadual para os três níveis avaliados (5º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio). O comportamento verificado na rede estadual também foi percebido nas redes municipais do Estado de Minas Gerais. Exceção para o desempenho em Matemática dos estudantes 5º ano das redes municipais. Neste caso, a proficiência média cresceu. As avaliações do Proeb foram aplicadas de 21 a 25 de novembro de 2011.

De acordo com a secretária adjunta de Educação, Maria Céres Pimenta Spínola Castro, não é possível apontar uma única causa para esse resultado. Segundo ela, “a realidade é complexa e seguramente um conjunto de fatores pode ter influenciado os resultados”. No entanto, a secretária adjunta de Educação destaca que o resultado alcançado em 2011 não altera a tendência de crescimento verificada nos últimos anos.

Se houve uma retração dos índices da proficiência média, também foram registrados avanços importantes em regiões e escolas em todo o estado. “Temos escolas, por exemplo, em que os níveis recomendados de proficiência, em Português e Matemática, no 5º ano do ensino fundamental foram alcançados por todos os alunos, como nos municípios de Centralina, Igarapé e São Sebastião do Paraíso”, destaca a secretária adjunta de Educação. “Há avanços importantes registrados também no 9º ano do ensino fundamental e no 3º ano do ensino médio”, completa Maria Céres.

Em setenta (70) escolas, a elevação dos índices no 5º ano do ensino fundamental foi superior a 25 pontos; em vinte e cinco (25) do 9º ano do ensino fundamental a elevação foi igual ou superior aos 25 pontos; e em dezenove (19) escolas do ensino médio a elevação atingiu patamares similares na comparação dos resultados de 2011 e 2010. Os 25 pontos significam um grande avanço, pois representam 5% da escala do teste, o que em outras palavras, vai de 0 a 500 pontos.

Leia a matéria na íntegra no site da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais